O Rio de Janeiro venceu a disputa com Madrid e conseguiu a nomeação como sede dos Jogos Olímpicos de 2016. Depois da Copa Do Mundo de 2014, o país abrigará o maior evento esportivo do planeta. sexta-feira, 2 de outubro de 2009
RIO 2016 - LIVE YOUR PASSION!!!
O Rio de Janeiro venceu a disputa com Madrid e conseguiu a nomeação como sede dos Jogos Olímpicos de 2016. Depois da Copa Do Mundo de 2014, o país abrigará o maior evento esportivo do planeta. Espero, como brasileiro, que o país esteja preparado para comportar a grandiosidade de uma olimpíada e, ao mesmo tempo, lamento que o governo federal não sem empenhe da mesma maneira para resolver problemas que dizem respeito ao país todo.
Boa sorte ao Rio de Janeiro, boa sorte ao Brasil. Que Deus nos ajude...
BREAKING NEWS
* Na próximo dia 05 o E.P. "Wildside" - novo trabalho do FM - estará disponível para download, antecipando o lançamento de "Metropolis", o novo álbum da banda. Material mais que recomendável...* A moçada do Goodbye Thrill anuncia o lançamento de "1'N A Half", o novo trabalho da banda, com lançamento prevista para o final de Outubro. Junto com álbum, acompanha um DVD com três faixas inéditas - em áudio - e outras oito versões acústicas de material de seu primeiro álbum. Fique de olho...
* Rick Springfield continua trabalhando em sua autobiografia, ainda sem data de lançamento marcada. Ele falou sobre o material ao pessoal da PopWatch, e você pode ler a matéria na íntegra clicando aqui.
ALEX LIFESON DISPARA: "O ROCK PERDEU A RELEVÂNCIA"
O guitarrista Alex Lifeson (foto) concedeu uma entrevista à publicação canadense MacLeans.ca, onde falou sobre sua participação em "Suck" (comédia que conta a história de uma banda horrível, mas que tem uma oportunidade de atingir o estrelato se venderem suas almas ao rock'n roll...e ao colega vampiro) e relaciona a história do filme com o começo da carreira do Rush. Abaixo alguns trechos da conversa:Ao que parece um dos grandes temas do filme é o medo de perder a relevância. Você sente que há alguma relação entre isso e o rock atual?
Alex Lifeson: Ele perdeu muita a relevância. A indústria como um todo mudou muito. Acho que o filme é uma metáfora para a forma como a indústria do rock costumava ser, vender sua alma para seguir adiante e realizar seu sonho.
Você achou que haviam muitas semelhanças entre o filme e sua experiência como músico e o que a banda estava passando, como estar na estrada, e ser um fracasso assim como eles eram no início do filme?
Alex Lifeson: Mais ou menos. Você sabe, a fome, a banda inteira viajando em um carro e esse tipo de coisa. Com certeza fizemos isso por anos quando tocávamos no ginásio em clubes e bares no sul de Ontário. E realmente nos primeiros três ou quatro anos nós excursionamos pelos EUA em um carro, um vagão de estação.
O Rush nunca teve de vender a alma como os caras fizeram neste filme. Como vocês administram isso?
Alex Lifeson: Foi em nosso terceiro álbum, "Caress Of Steel", que tentamos experimentar um pouco mais. Começamos a trabalhar em peças conceituais para um lado inteiro de um álbum, e este álbum não foi muito bem sucedido comercialmente. Sofremos muita pressão, estávamos afogados em dívidas. Assim, meio que sentamos e dissemos que duas coisas poderiam ser feitas: fazer um álbum de rock mais direto como a gravadora estava nos pedindo ou podíamos simplesmente fazer o que queríamos fazer, nos arriscar, mas pelo menos faríamos o que sentíamos que era para ser feito. E esse filme mostra muito disso. O que eles são? Que tipo de banda são? Será que eles precisam dessa influência súbita que está vindo de outro lugar?
E no fim eles decidem que o melhor é vender suas almas pelo Rock' n Roll.
Alex Lifeson: Sim, exatamente.
Mas essa não é a sua experiência.
Alex Lifeson: Bem, nós não precisávamos. Não nos separamos depois de "Caress Of Steel" e não fomos para casa vestir nossos casacos xadrez de lã como eles fizeram e passar a viver sempre com este pensamento, ‘eu estraguei tudo, eu tive realmente uma chance?’ Este não foi o nosso caso.
Você pode ler a entrevista em inglês, na íntegra - da qual também participa Rob Stefaniuk, ator/diretor do filme do qual ainda fazem parte Alice Cooper, Henry Rollins e Iggy Pop - clicando aqui.
A VOLTA DA CINDERELLA
Novembro trará o lançamento de "Live At The Mohegan Sun" (foto), novo álbum do Cinderella. A gravadora italiana Frontiers Records se encarregará das honras.Gravado em 21 de Julho último na cidade de Uncasville - Connecticut - o show conta com a formação clássica da banda, reunindo o vocalista Tom Keifer , o baixista Eric Brittingham, o guitarrista Jeff LaBar e o baterista Fred Coury. O tracklist do álbum é o seguinte:
Intro
Night Songs
The Last Mile
Somebody Save Me
Heartbreak Station
Coming Home
Shelter Me
Nobody’s Fool
Gypsy Road
Don’t Know What You Got (‘Till It’s Gone)
Shake Me
Fallin’ Apart At The Seams*
Push Push*
Still Climbing*
* Bonus tracks disponíveis somente na primeira tiragem do álbum, em formato DigiPack. Uma bela banda e com repertório bastante sólido...vale a pena conferir.
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RECOMENDAÇÃO DA SEMANA
A sueca Erika Norberg aproveitou a época em que foi casada com o Yngwie Malmsteen e se lançou no mundo dos bons sons, com a participação do marido e com um belíssimo álbum. Bastante coeso e construído com uma sólida base AOR – ainda que com lampejos de pop rock em algumas canções – “Cold Winter Night” deixou sua marca em 1990, quando foi lançado.O álbum abre com um “Prelude” bacana, que serve de introdução para “Together We’re Lost”, um mid-pacer arrepiante, com refrão marcante e backing vocals precisos. Se o começo do álbum lhe animou, espere prá ver – ou ouvir – o que ainda lhe aguarda. As guitarras e teclados de “Line Of Fire” só confirmam que a linha AOR será mantida, e em grande estilo, mais uma vez com aquele tipo de refrão que te faz esquecer do resto da canção e um approach absolutamente radio friendly, e a letra bem babaquinha comprova isso, mas a melodia é muito boa.
Outro belo mid-pacer é “Hurting So Bad”, um dos grandes destaques do álbum e uma das melhores performances vocais de Erika. A melodia tem construção simples e justamente aí que reside sua eficácia, além do arranjo vocal muito bem colocado. Então “Heavenly” se apresenta como uma baladaça de primeira linha, com base de baixo e teclados e vocais – mais uma vez – muito bem colocados, e falar do refrão é desnecessário, já que a essa altura você já sabe que eles são matadores. Já “Cold Winter Night” retoma o caminho do tradicional AOR sueco, com teclados aos montes e guitarras por todos os lados, mas curiosamente, o resultado aqui é mediano em comparação com as outras canções, e justamente, talvez, por causa do excesso de teclados.
Continuando na linha mais rocker, “Living Like A Hurricane” apresenta um arranjo mais enxuto e agradável e a linha de backing vocals mais saliente de todo o álbum, mas isso não é ponto negativo, muito pelo contrário. Aí chega “Love In Vain”, um mid-pacer bem bacana e talvez o grande destaque do álbum, com sua melódica onde a guitarra acústica assume a frente, cercada por teclados bastante discretos, o que confere uma atmosfera menos redundante em relação ao resto do material. Belíssima canção que merece ser ouvida sem moderação alguma.
Então chega “Emergency” elevando o ritmo ao máximo, mas o resultado não me agrada muito aqui também, apesar da ilustre presença de Yngwie Malmsteen, da melodia mais simples e dos backing vocals, mais uma vez, se destacando. Prefiro “Last Call For Love”, um mid-pacer que, se não impressiona, também não decepciona, e que emenda no “Postlude”, encerrando o álbum.
Posso afirmar que a distinta tradição sueca do bom e velho AOR foi mantida intacta aqui. Se Erika não é uma vocalista fabulosa, também não faz feio. Os músicos fazem um excelente trabalho ao longo do álbum e o resultado é bem bacana, intercalando mid-pacers e rockers nada agressivos, mas como disse no início, uma aura pop rock se percebe no contexto geral, mas de maneira positiva. Um belo álbum, que vale a pena estar na sua coleção e, por isso mesmo, altamente recomendável.
ERIKA – Cold Winter Night
Released in 1990 through LionHeart Records
Cat. #LHCD101
Tracklist
01. Prelude
02. Together We're Lost
03. Line of Fire
04. Hurting So Bad
05. Heavenly
06. Cold Winter Night
07. Living Like a Hurricane
08. Love in Vain
09. Emergency
10. Last Call for Love
11. Postlude
Musicians
Erika Norberg - vocals
Yngwie Malmsteen - guitars
Benny Jansson - guitars
Bobby Ljunggren - guitars
Hakam Almqvist - keyboards and programming
Johan Akerfeldt - drums
Fredrik Lundfeldt - drums
Mats Gunnarsson - saxophone
Hakam Almqvist - backing vocals
Patric Fransson - backing vocals
Thomas Walter - backing vocals
Bjorn Jansson - backing vocals
Lilling Palmeklint - backing vocals
Bobby Ljunggren - backing vocals
Goran Klintberg - backing vocals
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