sexta-feira, 20 de novembro de 2009

BRUCE KULICK RETORNA EM FEVEREIRO

O guitarrista Bruce Kulick lança em Fevereiro próximo seu mais novo trabalho, batizado de "K3" (foto). O álbum chega ás lojas européias no doa 16, pela Twenty 4 Records.

E o cara vem bem acompanhado, já que o álbum traz uma série de convidados de renome, conforme você confere no tracklist abaixo:

01. Fate
02. Ain’t Gonna Die (com Gene Simmons)
03. No Friend Of Mine (com John Corabi)
04. Hand of the King (com Nick Simmons)
05. I’ll Survive
06. Dirty Girl (com Doug Fieger)
07. Final Mile
08. I’m The Animal (com Tobias Sammet e Eric Singer)
09. And I Know
10. Between The Lines (com Steve Lukather)
11. Life

Sonzêra da boa prá começar 2010 numa boa...

CHICKENFOOT NO CINEMA

É isso aí, nibelungos. Os malucos do Chickenfoot estréiam no cinema no próximo dia 1º de Dezembro, claro, nos U.S.A., com todo alarde que uma banda de rock faz quando chega às telas.

"Chickenfoot Live: The Concert" traz o vocalista Sammy Hagar, o baixista Michael Anthony, o guitarrista Joe Satriani e o batera Chad Smith em ação, com resolução full HD e som 5.1 o que implica dizer que o filme será exibido em salas selecionadas e, ao julgar pelo trailer - que você pode assistir aqui - a coisa toda rola no esquema one night only. Mas como esse material será lançado em DVD, certamente estará na minha coleção em breve...hehehe.

A banda recebeu no final de Outubro seu primeiro disco de ouro nos U.S.A. e lançou no início de Novembro uma Deluxe Edition de seu álbum de estréia, que agora inclui - além das 12 faixas originais - a bonus track "Bitten By The Wolf", além de um DVD que traz a banda em estúdio durante as gravações do álbum, os vídeos primocionais de "Oh, Yeah" e "Soap On A Rope" e trechos da apresentação da banda no Montreux Jazz Festival.

Esse CD eu já tenho e recomendo mesmo prá quem curte os bons sons...

THE OUTFIELD RETORNA COM A FORMAÇÃO ORIGINAL

Pois é, caríssimos nibelungos. Afastado do The Outfield (foto pavorosa de 1987) o baterista Alan Jackman (à esquerda) retorna à banda, para a alegria dos fãs mais veteranos, como esse que vos escreve.

O baixista Tony Lewis (em primeiro plano) disse que, no período entre 1998-2008, os fãs perguntavam se haveria a chance e Jackman retornar à banda e, depois de deixarem suas diferenças de lado, o trio decidiu retornar ao universo dos bons sons em grande estilo e com a formação original.

O The Outfield está em estúdio gravando material para seu novo trabalho - ainda sem nome - a ser lançado no primeiro semestre de 2010. Segundo o guitarrista John Spinks, o novo álbum resgatará o clima e energia dos clássicos "Play Deep", "Bangin'" e "Voices Of Babylon", os três primeiros álbuns da banda.

Grande notícia que só faz aumentar a vontade de ouvir os novos sons do The Outfield. Qualidade mais que garantida com a formação original, tenho absoluta certeza.

VINCE NEIL: "SOMOS SORTUDOS POR ESTARMOS VIVOS"

A jornalista Heather Muse - do Lemondrop.com - recentemente entrevistou Vince Neil (foto), vocalista doidaço do Mötley Crüe . Abaixo você pode ler trechos selecionados, onde o vocalista comenta sobre "The Dirt" - a autobiografia da banda -, da possibilidade do livro virar filme e de como é sair em tour com sua banda solo.

Lemondrop.com: Algum dia você imaginou que quase uma década depois ainda estaria falando sobre o livro "The Dirt"? O que você acha que torna o livro um clássico do gênero biografia de celebridades?

Vince Neil: Sim, estou surpreso que as pessoas ainda falem do livro. Nesta autobiografia nós nos abrimos e tudo foi muito verdadeiro. Eu gosto do jeito que o livro foi escrito. Quando aconteceu um incidente, todos estavam lá, mas cada um deu a sua versão dos fatos - é assim o tempo todo no livro. Nós apenas fizemos algumas loucuras, e somos sortudos por estarmos vivos depois dessas coisas loucas que fizemos durante anos.

Lemondrop.com: Um filme do livro "The Dirt" está sendo feito?

Vince Neil: Eu acho que o projeto do filme está agora em cima da mesa de alguém acumulando poeira. Está sempre fora das nossas mãos. Mas se isso acontecer, é interessante. Se não acontecer (risos)... eu não vou esperar pelo trailer do filme. Eu nunca concordei que o filme deveria ser feito, pois como você pode colocar estas vidas - nossas vidas e as coisas que fizemos - em 2 horas de filme? Tem muito material. O que deixar de fora? O que colocar no filme, e como filmar isso sem ser censurado, na verdade, devido a todos os excessos: garotas e drogas e bebidas e todas as coisas? Eu prefiro deixar isso por conta da imaginação de cada um que lê o livro. Para mim, é mais legal.

Lemondrop.com: O que tem de diferente em sair em turnê solo?

Vince Neil: É mais livre. É muito legal porque não é tão estruturado... Minha banda apenas sai para tocar e não temos um set list pronto. Nós apenas saímos à noite e nos perguntamos, 'bem, o que nós queremos tocar esta noite?' Daí nós vamos e tocamos. É uma mistura de alguns covers, clássicos do Mötley Crüe alguma coisa dos meus álbuns solo. Você não pode fazer isto quando está no Mötley Crüe . Eu apenas saio e me divirto. É ótimo estar no Mötley Crüe, mas a turnê solo também é bem legal. E curto tocar em lugares menores. Você nunca tem a chance de fazer isso em uma banda como o Mötley Crüe . Então, eu meio que aproveito os dois mundos.

Confira a entrevista na íntegra - in English, my friend - clicando aqui.

COMPANHEIROS DE STEVEN TYLER PREOCUPADOS

O baterista Joey Kramer (foto) concedeu à Billboard.com e declarou que está preocupado com o estado atual de saúde de Steven Tyler, vocalista (?!?!?) do Aerosmith.

"Steven, quando ele se isola mais e mais, isso mostra que alguma coisa está acontecendo. Eu não sei o que é. Eu sei que que ele fez algumas escolhas ruins e teve algumas influências negativas por perto. Eu adoro o cara. Só quero vê-lo conseguir alguma ajuda", disse Kramer.

Ainda, o baterista se recusa a discutir os rumores cada vez mais fortes de que Tyler esteja de volta às drogas - rumor divulgado por vários sites - mas o guitarrista Brad Whitford reconhece que "esse cara tem uma tremenda história de abuso de drogas, e você começa a suspeitar de que isso possa estar acontecendo com ele. Eu acho que podemos estar vendo alguém lutando muito".

Whitford completou que o comportamento de Tyler recentemente "estava se tornando cada vez mais errático e insensato", o que poderia ter levado o vocalista a pedir seu afastamento da banda por dois anos para se concentrar no que ele chama de "marca Tyler".

Leia a matéria na íntegra - in English, dude - clicando aqui.

RECOMENDAÇÃO DA SEMANA

O Harem Scarem é um dos maiores nomes do Melodic Rock. O anúncio do final da banda – em 2007 – pegou os fãs e apreciadores do trabalho da banda de surpresa, e o espaço deixado por eles permanece – na minha opinião – ainda vago. Mas temos o extenso catálogo da banda disponível, e depois do legendário primeiro álbum, esse “Mood Swings” é o meu preferido, e apontado por muitos dos fãs como o grande clássico da banda. Com produção excelente, canções absolutamente incríveis e uma banda mais que afiada, esse álbum é item obrigatório na coleção dos amantes dos bons sons. E razões prá isso não faltam...

O petardo “Saviours Never Cry” abre o álbum com a guitarra nociva de Pete Lesperance tomando de assalto a tranquilidade do ambiente. Um rocker bem direto e com refrão explosivo, o que faz dessa canção um dos destaques do álbum. Com a mesma receita, a poderosa “No Justice” mantém o nível do álbum nas alturas, mas dessa vez o arranjo é entrecortado por versos envoltos num arranjo mais delicado, e que se transforma num melodic rock visceral nas bridges e explode num refrão forte e marcante. Outro grande destaque, com toda certeza. Então temos o mid-pacer “Stranger Than Love”, que mostra – aos ainda incautos – que a banda sabe trabalhar outras nuances do melodic rock, e a simples variação no arranjo entre versos e bridges mostra isso de maneira bem clara. Um torpedo sonoro que merece detonar seus pavilhões auditivos...e você ainda vai agradecer!!!

Em seguida, o rocker “Change Comes Around” chega num ritmo mais acelerado, mas que não me agrada muito, apesar do refrão ser bacana. Prefiro o molde mais clássico de “Jealousy”, faixa que poderia facilmente figurar no tracklist do primeiro álbum da banda por conter todos os elementos necessários para tanto, seja o arranjo, o andamento ou, simplesmente, o conjunto da obra. Ouça e confira você mesmo. Outro pancada é “Sentimental Blvd.”, que segue no mesmo formato mais clássico do Harem Scarem e, por isso mesmo, me agrada em cheio, com as bridges em ascendente e o refrão sempre contagiante...um dos grandes destaques desse álbum.

“Mandy” é mais um interlúdio onde a guitarra de Mr. Lesperance desfila e prepara seus ouvidos para “Empty Promises”, um rocker até bacana, mas nada que mereça grande atenção, ao contrário de “If There Was A Time”, uma power ballad com arranjo absolutamente calcado nas guitarras e bateria, o que confere peso à melodia com resultado bem bacana. Vale a pena ouví-la com atenção, e mais de uma vez, pode apostar. Em “Just Like I Planned” temos uma faixa totalmente vocal, onde os membros do Harem Scarem mostram que nem só de vocais potentes vive a banda. Uma supresa, devo admitir, mas que soa deslocada do resto do material, ao contrário de “Had Enough”, um rocker arrepiante e com as guitarras – sempre elas – em destaque além da linha flutuante de bateria, o que só acrescenta à canção. Se não é uma maravilha, também não deve passar batida.

Um belíssimo álbum onde as interpretações de Harry Hess caem como uma luva nas melodias executadas pela banda. Para quem conhece os trabalhos posteriores do Harem Scarem, sabe que os canadenses tiveram alguns problemas em manter o altíssimo nível de seus dois primeiros álbuns, mas ainda assim, conseguiram produzir outros álbuns dignos de destaque. De qualquer maneira, esse álbum é mais que recomendado e merece figurar na sua coleção. E se você já tem esse “Mood Swings”, aproveite a ocasião e bote o álbum prá rodar. Tenho certeza que boas lembranças surgirão...hehehe.

HAREM SCAREM – Mood Swings
Released on June 11th 1993, through Warner Music (Canada)
Cat. #CD93139

Tracklist
01. Saviors Never Cry
02. No Justice
03. Stranger Than Love
04. Change Comes Around
05. Jealousy
06. Sentimental Boulevard
07. Mandy
08. Empty Promises
09. If There Was A Time
10. Just Like I Planned
11. Had Enough


Lineup
Harry Hess – vocals, keyboards, guitars
Pete Lesperance – guitars, vocals
Darren Smith – drums, vocals
Mike Gionet – bass, vocals

Guest Musician
Rob Cooper - B3 Organ

AVISO

Devido as chuvas aqui o sul da Terra Brazilis , não teremos a Recomendação Da Semana hoje. Retornaremos em breve...