quarta-feira, 30 de junho de 2010

AS PRIMEIRAS IMPRESSÕES DO ÁLBUM DO FIRST SIGNAL

A gravadora Frontiers Records tem se especializado em reunir grandes nomes do universo dos bons sons em projetos que, muitas vezes, não empolgam e nem convencem. Às vezes acertam, é verdade, mas convenhamos, não acontece sempre. No caso do First Signal (foto), o sucesso do álbum depende de uma coisa: o quanto você curtiu o álbum do W.E.T., projeto que incluía Jeff Scott Soto, Erik Martensson e Robert Sall. Explico: a grande maioria das canções foi assinada pelos dois últimos.

Um exemplo disso é "When You Believe", que parece uma cópia de "If I Fall", do W.E.T.. Ou ainda, "Goodbye To The Good Times", outra boa canção, mas que você jura já ter ouvido em algum álbum de Jeff Scott Soto. Mas hey, isso não é exatamente uma reclamação, mas apenas a constatação de um fato que não consigo ignorar. Talvez, se a grabadora apostasse na diversidade de compositores, o resultado fosse mais diverso.

Mas existem algumas canções no álbum do First Signal que são de arrepiar, meus caros! A poderosa "This City" (que deve ser o single de lançamento) ou a baladaça "Crazy" são exemplos do melhor material do álbum. Ainda o mid-pacer "When November Falls" merece destaque, assim como a excelente "Yesterday's Rain" (que poderia ter sido incluída em qualquer um dos melhores álbuns do Harem Scarem) e "Naked Desire", um torpedo sonoro que mostra a versatilidade e poder vocal do grande Harry Hess.

Com produção de Dennis Ward, o álbum é bem bacana e agradará às nibelungas e nibelungos que curtem melodic rock de qualidade, mas pessoalmente, e apesar dos nomes envolvidos nesse projeto, eu esperava mais desse álbum. Não me decepcionou totalmente, mas me deixou com aquela impressão de que falta alguma coisa, e deve ser originalidade.

O álbum do First Signal chegará às lojas em 27 de Agosto.

A VOLTA DO RANSOM

Com apenas um - e ótimo - álbum lançado em 1997, o Ransom está de volta com "Better Days", cujo lançamento será na próxima sexta-feira, pela gravadora alemã Yesterrock.

Contando com o excelente guitarrista e vocalista Tommy Girvin - integrante da banda de Eddie Money - e o baixista, tecladista e produtor Don Cromwell (que também acompanhou Eddie Money em seus melhores trabalhos nas décadas de 80 e 90), Ransom pratica um AC Rock temperado com o melhor radio friendly AOR que a costa oeste norte-americana poderia produzir. Neste novo trabalho, a sonoridade ainda abraça tendências mais atuais, é verdade, mas sem perder o brilho das melhores canções do projeto. Completa o lineup o talentoso baterista Rock Hampton.

Clicando aqui você pode ouvir "Party Life", uma das novas canções que integram "Better Days". Se você curte os álbuns de Eddie Money entre 1986 e 1992, o material do Ransom é perfeito para seus ouvidos.

PETER FRAMPTON NA TERRA BRAZILIS

Reproduzo matéria originalmente publicada no UOL Música. Uma excelente notícia e que agradará em cheio os amantes dos bons sons, especialmente quem curte o bom e velho classic rock. E me incluo nesse grupo, é claro.

Um dos grandes nomes do rock nos anos 70, Peter Frampton (foto) vem ao Brasil em setembro para cinco shows. O cantor dos sucessos "Breaking All The Rules" e "Show Me The Way" começará sua turnê em Brasília no dia 9 (Centro de Convenções) e passará pelo Rio de Janeiro no dia 11 (HSBC Arena), Porto Alegre no dia 14 (Pepsi On Stage), São Paulo no dia 17 (Via Funchal) e Belo Horizonte no dia 18 (Chevrolet Hall).

Os ingressos para o show de São Paulo já estão à venda e custam R$ 140 (pista), 200 (mezanino) e R$ 300 (pista premium e camarote). Hà meia-entrada para todos os setores, mas este é vendido apenas na bilheteria da casa. As demais entradas podem ser compradas pelo telefone 0/xx/11/2144-5444 e em breve pelo site www.viafunchal.com.br. O valor dos ingressos para os demais shows e a datas de vendas ainda não foram divulgados.

O ex-integrante do Humble Pie (banda que formou com Steve Marriott, do Small Faces) lançou no início deste ano o disco "Thank You Mr. Churchill", que segundo ele pode ser considerado autobiográfico. Nascido na Grã-Bretanha, o guitarrista de 60 anos tornou-se cidadão norte-americano após os ataques de 2001 e atualmente vive em Cincinnati com sua terceira mulher, Tina. Ele diz que a prova do que declara está no novo disco, que o traz em clima introspectivo e nostálgico.

AVISO

Devido as chuvas aqui o sul da Terra Brazilis , não teremos a Recomendação Da Semana hoje. Retornaremos em breve...