sexta-feira, 12 de abril de 2013

ATENÇÃO, MOÇADA!!!

Aviso sobre a Negri Concerts que está no Facebook
Vocês certamente lembram da papagaiada que a Negri Concerts fez no ano passado, quando "promoveu" o ridículo Metal Open Air, um desfile de amadorismo e falta de vergonha na cara que lesou inúmeras pessoas.

Não lembra? As matérias estão abaixo: 

"O Custo Do Amadorismo", publicada em 23 de Abril de 2012;




Pois bem. agora, conforme notícia postada na página Iron Maiden Brasil, do Facebook, o cidadão Felipe Negri estaria usando laranjas para trazer o alemão U.D.O. ao Brasil.

Na página, há o seguinte aviso: "Produtores e headbangers de todo o Brasil, Felipe Negri está agindo mais uma vez.

Desta vez ele está usando laranjas para negociar datas. Não iremos permitir que este caloteiro continue agindo na cena brasileira!

QUEREMOS O U.D.O NO BRASIL, MAS QUE VENHA ATRAVÉS DE PRODUTORES ÍNTEGROS!"


Pois bem, se for verdade, que fique o aviso!!!

HOUSTON ASSINA NOVO CONTRATO

Houston: Ricky Delin, Hank Erix e Freddie Allen
Depois de um hiato, os suecos do Houston tem uma nova casa.

A banda assinou contrato com a gravadora britânica Livewire/Cargo Records, que está encarregada de lançar o próximo trabalho do vocalista Hank Erix, do baterista Freddie Allen e do tecladista Ricky Delin.

O álbum "Houston II" chegará às lojas no dia 02 de Setembro.

O vocalista Erix comentou: "Estamos muito animados por trabalhar com essa excelente empresa e mal podemos esperar para que vocês ouçam o novo álbum".

Vem coisa boa por aí...

ENTREVISTA EXCLUSIVA COM BRUNO KRALER

Bruno Kraler, criador da Laneslide
O italiano Bruno Kraler já é conhecido dos amantes dos bons sons desde 1995, quando se lançou no universo dos bons sons sob o nome Brunorock. Ele lançou três álbuns e, eepentinamente, sumiu do mapa. Mas neste ano, Kraler reuniu alguns amigos e criou a Laneslide, cujo álbum "Flying High" chega às lojas hoje. Logo que recebi o promo da Avenue Of Allies, entrei em contato com Kraler que, gentilmente, concordou em conceder entrevista excluiva à AORWatchTower.

Portanto, tenho o grande prazer em lhes trazer a íntegra da conversa que tive com Bruno Kraler, onde falamos extensivamente sobre a Laneslide e o ótimo "Flying High", um dos álbuns mais aguardados de 2013. Enjoy...

Lá se vão oito anos desde "Interaction", último álbum do Brunorock. O que você vinha fazendo desde então?

Bruno Kraler: Bem, eu trabalhei em agluns álbuns desde então. Depois de "Interaction", eu gravei um álbum ao vivo chamado "Live On Fire", que foi seguido por outro álbum de estúdio chamado "War Maniacs". Entretanto, nenhum deles teve grande distribuição, e por isso acredito que você não tinha ouvido falar deles.

Como você teve a idéia de criar a Laneslide?

Bruno Kraler: Honestamente, fiz isso porque estava cansado da minha carreira solo. O álbum "War Maniacs" era muito bom, pessoalmente falando. Acho que era o melhor álbum que fiz como Brunorock e não havia mais lugar para crescer, então decidi retornar à uma banda e preferi focar mais na guitarra e produção.

De onde veio o nome Laneslide?

Bruno Kraler: Me fazem muito essa pergunta. A 'lane slide' é um tipo de escorregador inflável usado em brinquedos e saídas de emergência de aviões, por exemplo. Nós combinamos as duas palavras para criar um nome único e que fosse fácil de encontrar nos mecanismos de busca da internet.

O que o levou a chamar os músicos que integram a banda?

Bruno Kraler: A maioria deles são meus amigos de longa data. Bobby, Dominic, Alessandro, Johne Lino já haviam participado em meus projetos solo. Foi uma decisão natural trabalhar com eles novamente porque são excelentes músicos e combinam perfeitamente como equipe. O único novato no time é Frank Vestry.

O aguardado "Flying High" chega às lojas hoje
Você também contou com Erik Mårtensson e Michael Bormann fazendo backing vocals. Como coseguiu envolvê-los no álbum?

Bruno Kraler: Michael Bormann já havia trabalhado comigo anteriormente em alguns álbuns, e Erik é um grande amigo de Alessandro, então foi bastante fácil trazê-los para a Laneslide. Ambos fizeram um grande trabalho e ficamos muito felizes com o resultado.

Contar com Frank Vestry é um ponto bastante positivo. Como ele foi chamado para integrar a Laneslide?

Bruno Kraler: Alessandro foi quem sugeriu o nome de Frank, e sou um grande fã do projeto Marcello/Vestry, portanto gostei muito da idéia. E foi Alessandro quem primeiro contatou Frank. ele explicou o conceito do nosso projeto e o que queríamos com isso. Frank gostou do que ouviu e começamos a testar algumas canções. Os resultados foram ótimos e assim nasceu a Laneslide.

Um detalhe interessante é que a maioria das canções foram escirtas por todos os integrantes da banda. Como o processo de composição funcionou?

Bruno Kraler: Nós temos métodos differentes. Na maioria dos casos, eu começo com um riff, e passo para a introdução, versos, bridges, e mando tudo para Dominik. Ele cria o groove que melhor se encaixa nos riffs. Depois disso, começo a reunir as partes da canção, do início ao fim. Em seguida, mando o material para o Alessadro para que adicione os teclados. É nesse ponto que Frank normalmente grava as bases vocais. Às vezes temos que mudar alguns acordes para que complementem os vocais. John gosta de gravar o baixo depois dos vocais. Então ouvimos a canção várias vezes, procurando por falhas e coisas que podem ser melhoradas antes de passarmos para a mixagem. Muitas vezes, algum de nós chega com uma canção pronta. Quando isso acontece, tentamos moldá-la para soar como se fosse da Laneslide.

Frank Vestry, John Billings e Bruno Kraler
A Laneslide fará shows para promover o álbum? 

Bruno Kraler: Não há nada programado nesse sentido, mas existe a possibilidade disso acontecer no futuro. 

Podemos esperar mais álbuns da Laneslide ou esse o tipo de projeto que grava apenas um trabalho?

Bruno Kraler: A Laneslide é uma banda de verdade, não apenas um projeto. Estamos trabalhando em novas canções para um segundo álbum. Não sei dizer quanto tempo levará até gravarmos nosso segundo trabalho, mas isso acontecerá, com toda certeza. 

Bruno, foi um grande prazer falar contigo. Lhe desejo toda a sorte com a Laneslide e espero que possamos nos falar novamente, em breve. As portas da AORWatchTower estão abertas à você 

Bruno Kraler: Agradeço muito, Juliano. O sentimento é mútuo e seu apoio é muito estimado. E que seus leitores saibam que o melodic rock está vivo e passa bem, e somos prova disso. Espero que todos ouçam nosso álbum e gostem do resultado.

CHASING VIOLETS RETORNA EM BREVE COM NOVO ÁLBUM

As irmãs Fontaine voltam em Junho
As francesinhas Sarah Fontaine e Melissa Fontaine surgiram no universo dos bons sons em 2012 sob o nome de Chasing Violets, duo apadrinhado pelo veterano produtor Frédéric Slama. O álbum "Outside Heaven" trazia uma mistura de AOR e westcoast, contando com uma série de convidados, exatamente como o projeto AOR (capitaneado por Slama) faz há anos.

Pois agora, as irmãs Fontaine anunciam a chegada de "Jade Hearts", segundo álbum da Chasing Violets. O lançamento será no dia 14 de Junho, via AOR Records. A produção, mais uma vez, ficou a cargo de monsieur Slama.

O tracklist é o seguinte:


01 The Main Attraction 04:42
02 Web Of Lies 05:25
03 A Shot In The Dark 05:51
04 Silent Victory 05:22
05 Deception In Heaven 06:47
06 Jade Hearts 04:57
07 Secrets In The Shadows 05:36
08 Hollow Triumph 05:00
09 Exile In Sadness 04:51
10 The Scarlet Nymph 07:10
11 Halo Of Light 03:41
12 I Owe It To Myself


Em uma rápida conversa com Sarah na tarde de ontem, ela me confirmou que a sonoridade do novo trabalho tem menos westcoast e mais AOR. E a lista de convidados é um belo indicativo disso, sendo alguns deles Tommy Denander, Paul Sabu, Göran Edman, Mikael Erlandsson, Bob Harris e integrantes do Alien, Hardline e Lionville.

Em breve trarei um review sobre o álbum, mas adianto que vem coisa boa!!!

RECOMENDAÇÃO DA SEMANA

Os suecos do Europe já desfrutavam de reconhecimento mundial desde 1986 quando lançaram o excelente "Out Of This World", dois anos depois. Pessoalmente, considero esse álbum como melhor da primeira fase da carreira da banda e procurei comprar o máximo de material referente à ele. E dentre os singles gerados pelo álbum, tenho um apreço especial por "Let The Good Times Rock", não apenas por ser uma das melhores canções da banda, mas porque esse single abrange três momentos diferentes, o que nos permite fazer uma comparação do momento mais ascendente do Europe.

A primeira canção do single é "Let The Good Times Rock" (assista ao vídeo aqui), um AOR descomunal que conta com doses cavalares de teclados e guitarras, além do baixo onipresente que constrói uma base discreta. O arranjo é empolgante e culmina em um refrão explosivo e marcante. Considero essa canção um dos grandes destaques do álbum "Out Of This World" (trabalho que marcou a estréia em estúdio do guitarrista Kee Marcello) e também da carreira do Europe, e não me refiro apenas à década de 80. Grande canção, merecedora de múltiplas audições com volume máximo.

Seguimos com "Dreamer", balada construída com base de teclados e piano em primeiro plano. Com arranjo e métrica bastante tradicionais, essa canção foi um pontos altos do álbum "Wings Of Tomorow", lançado em 1984. Lançada como single apenas no Japão, "Dreamer" não é uma canção espetacular - especialmente se comparada a outras lançadas posteriormente - mas ainda assim merece sua atenção. Ouçam e tirem suas próprias conclusões.

Europe: Michaeli, Marcello, Tempest, Léven e Haugland
Finalmente, "Heart Of Stone" chega com seus teclados e guitarras em primeiro plano. Um dos destaques do ótimo álbum "The Final Countdown", essa canção tem uma linha de baixo muito bacana. E mesmo sem brilho, o arranjo funciona bem, assim como o refrão. Há que destacar as guitarras do grande John Norum, que deixaria a banda pouco tempo depois. Belíssima canção, merecedora de múltiplas audições.

Em resumo, caríssimas e caríssimos, esse single apresenta três momentos distintos do Europe, e não me parece difícil perceber a evolução do trabalho da banda. Desde os arranjos mais bem construídos, até a sonoridade mais coesa e mesmo interpretações mais seguras, pode-se perceber que o Europe soube planejar sua trajetória e, como diria o poeta, o resto é história. 

EUROPE - Let The Good Times Rock
Released in 1988 via Epic Records
Cat. # 654573 3

Tracklist
01 Let The Good Times Rock
02 Dreamer
03 Heart Of Stone

Lineup
Joey Tempest: vocals
Kee Marcello: guitars, vocals (track #1)
John Norum: guitars (tracks #2 and #3)
Mic Michaeli: keyboards, vocals
John Léven: bass
Ia Haugland: drums, vocals
Tony Reno: drums (track #2)

AVISO

Devido as chuvas aqui o sul da Terra Brazilis , não teremos a Recomendação Da Semana hoje. Retornaremos em breve...