quarta-feira, 20 de junho de 2018

BREAKING NEWS

* Mick Jones e Kelly Hansen anunciaram a reunião do Foreigner para o dia 04 de Agosto, onde Lou Gramm, Dennis Elliott, Rick Wills, Al Greenwood e Ian McDonald se apresentarão junto com a banda. Você pode assistir ao anúncio aqui;

* Lita Ford revelou que seu novo álbum está 50% pronto e, segundo ela, "o material é algo que estava guardado há tempos e que recentemente ressurgiu em minha vida". O trabalho será o primeiro de inéditas da loira desde 2012;

* Sons Of Apollo lançou o vídeo para "Signs Of The Time" e você pode assisti-lo clicando aqui.

terça-feira, 19 de junho de 2018

NOVO ÁLBUM DE SEBASTIAN BACH VEM AÍ... SÓ NÃO SE SABE QUANDO

Sebastian Bach, circa 2018
Em recente entrevista concedida ao "The Metal Command", Sebastian Bach revelou que está reunindo material para seu próximo álbum solo, o primeiro desde "Give 'Em Hell" de 2014.

"Eu estou trabalhando em um novo álbum, estou sim, mas estou fazendo tantos shows que não será possível lançá-lo em breve, lamento informá-los. Mas estou trabalhando no álbum e tenho grandes canções escritas pelo John 5, Steve Stevens e Devin Bronson, que tocou em 'Give 'Em Hell'", disse Bach.

E falando sobre os shows, segundo o vocalista, é difícil incluir material novo nos shows porque as pessoas querem ouvi-lo cantar os clássicos que tornaram o Skid Row famoso: "É muito difícil competir com aqueles primeiros álbuns do Skid Row porque todo mundo cresceu os ouvindo. Então estou competindo não apenas com aqueles álbuns, mas também com as memórias das pessoas em relação a tudo que lhes aconteceu quando aqueles álbuns foram ;lançados. E é difícil lutar contra isso porque as pessoas se agarram às suas lembranças com tanta paixão que se torna difícil para elas admitirem que algo novo pode ser melhor que aquilo".

Mas apesar da relutância da platéia em aceitar material novo, Bach disse que nunca desistiu de ser criativo: "Eu sempre gravei álbuns que amava, a minha carreira toda. desde o primeiro álbum do Skid Row até 'Give 'Em Hell', eu amo todos eles e se não fosse assim eu nunca os teria lançado. E isso é tudo o que você pode fazer como músico: criar algo e torcer pra que as pessoas também gostem".

Vamos esperar...

segunda-feira, 18 de junho de 2018

HANK ERIX SE LANÇA EM CARREIRA SOLO

Hank Erix, circa 2016
O vocalista do Houston anunciou na semana passada que lançará seu primeiro álbum solo no dia 05 de Outubro, via Livewire/Cargo Records, com o nome de "Nothing But Trouble".

Você pode ouvir o teaser do álbum clicando aqui.

Sobre o álbum, Erix disse: "Dizem que a vida não é sobre quem você é, mas sobre que você quer ser. E depois de quase uma década com o Houston eu aprendi muito sobre mim mesmo e sobre a música que eu amo. Essas canções me representam e cantá-las para que o mundo as ouça é um sonho meu, algo para tirar da lista de desejos".

Com produção de Mats Ericsson (também responsável pela mixagem e masterização), o álbum traz Hank Erix tomando um caminho bastante diverso daquele que seguia com o Houston, onde as canções seguem pela trilha do hard rock.

A banda que acompanhou Erix tem nomes bastante conhecidos no universo dos bons sons, como os dos guitarrista Michael Palace e Daniel Johansson, além do baixista Soufian Ma'Oui, do baterista Mats Ericsson e do tecladista Micke Jansson.

O álbum também conta com ilustres convidados, como a vocalista Linnea Vikström e os guitarristas Alexander Hagman e Sam Söderlind.

sexta-feira, 15 de junho de 2018

RECOMENDAÇÃO DA SEMANA

Minha paixão pelo rock australiano não é novidade para ninguém e motivos para tanto não me faltam. Um dos grandes expoentes na terra dos cangurus atende pelo nome de James Reyne, ex-frontman da Australian Crawl entre 1980 1985. Com o fim da banda, Reyne se lançou em carreira solo dois anos depois e se manteve na ativa lançando material inédito até 2012, mas seus trabalhos mais recentes são ao vivo, lançados em 2015. E em sua riquíssima discografia um dos pontos altos é "Electric Digger Dandy", seu terceiro álbum solo e no qual retrata a sonoridade do rock australiano de maneira inequívoca. Tendo colaborações de peso na composições (como Jim Vallance e John Hiatt, entre outros) e músicos veteranos, o álbum permanece com um dos pontos altos na carreira desse nigeriano radicado na Austrália. E os motivos para tanto destaque não são difíceis de perceber.

O álbum abre com "Some People", um rocker frenético com baixo em primeiro plano cuja linha é pontuada por piano e guitarras que aos poucos assumem a linha de frente. O refrão explosivo  e a melodia envolvente pedem volume máximo e múltiplas audições, como de costume. Em seguida surge "Slave", um mid-pacer espetacular cujos versos mais lentos sugerem uma balada, mas as b-sections e o refrão revelam a verdadeira face dessa canção que traz a assinatura de Jim Vallance e, sem dúvida alguma, é um dos grandes momentos na discografia de James Reyne. Baixo, piano e bateria criam a base onde guitarras ocasionais despontam brilhantemente. Em seguida temos a linda versão para "Reckless", clássico da Australian Crawl originalmente gravada em 1983, mas aqui Reyne apresenta uma versão mais trabalhada da canção, com elementos acústicos que conferem uma sonoridade mais orgânica e mais agradável em relação à original. Já "Any Day Above Ground", é um rocker mais cadenciado e bastante envolvente, com base acústica pontuada por guitarras bem colocadas e uma harmonica precisamente distribuída, elementos que, aliados à uma melodia empolgante, acabam por construir uma belíssima canção.

Seguimos com "Take A Giant Step", uma linda balada com arranjo intimista que conta com o baixo sustentando a base por onde teclados e guitarras ocasionais despontam acompanhados pela bateria programada e que conduz a um refrão surpreendentemente envolvente, e esse conjunto de elementos se completa de maneira absoluta. Em "Company Of Strangers" temos um mid-pacer bastante tradicional onde o baixo, uma vez mais, tem destaque, assumindo a ponta e carregando a canção junto com a bateria. Guitarras acústicas e elétricas completam o cenário com maestria e criam um conjunto agradável, característica que se encontra na balada "Black And Blue World" (com seu arranjo mais incisivo e muito eficiente) e também na belíssima "Stood Up", balada acústica originalmente gravada por John Hiatt em 1987. A proposta acústica de Reyne funciona a perfeição e me arrisco dizer que é superior à original.

Na reta final temos a intimista "Outback Woman" (com uma invariável aura de blues, cortesia do co-autor Tony Joe White), seguida pelas lindas baladas "Water, Water" (com arranjo contemplando guitarras cuidadosamente distribuídas ao longo da base criada pelo baixo e bateria programada ao longo dos versos) e "Lay Your Weary Head Down", onde o arranjo com aura folk apresenta um oportuno e bem-vindo contraponto ao que foi mostrado até o momento. Uma bela maneira de encerrar o álbum.

James Reyne, circa 1991
Em resumo, caríssimas e caríssimos, não tenho nenhum receio em apontar "Electric Digger Dandy"  (lançado em alguns países com o nome de "Any Day Above Ground", com o mesmo tracklist e arte diferente) como um dos mais consistentes álbuns de James Reyne. Tenho esse trabalho como uma exata demonstração da sonoridade que ele pratica e que pouco mudou ao longo dos anos. O conjunto de canções é bastante coeso e de alta qualidade, motivo pelo qual não aponto nenhum momento de destaque, já que o álbum segue uma linha bem definida, apesar de permitir algumas variações, mas que não afetam o conjunto. Não me parece possível alguém curtir rock australiano e não conhecer James Reyne, mas se esse for o seu caso, acredite, esse álbum vai lhe surpreender. Material mais que recomendado...

JAMES REYNE - Electric Digger Dandy

Released in 1991 via Virgin Records Australia
Cat. #VOZCD2050

Tracklist
01 Some People (assista ao vídeo aqui)
02 Slave (assista ao vídeo aqui)
03 Reckless
04 Any Day Above Ground (assista ao vídeo aqui)
05 Take A Giant Step
06 Company Of Strangers
07 Black And Blue World
08 Stood Up
09 Outback Woman
10 Water, Water
11 Lay Your Weary Head Down



Musicians
James Reyne: vocals, guitars
Guitars: Tony Joe White, Jef Scott, Brett Kingman, Gene Black, Stephen Housden, Mark Goldenberg
Acoustic guitar: Dan Navarro, Eric Lowen
Bass: John Pierce, Jef Scott Tony Joe White
Drums: Kenny Aronoff, John Watson, Tony Joe White
Drum machine: Simon Hussey
Percussion: Kenny Aronoff, Jim Scott
Keyboards: CJ Vanston, Mark Goldenberg, Simon Hussey, Scott Griffiths
Hammond Organ: Simon Hussey, Mick O'Connor, Scott Griffiths
Piano: Scott GriffithsHarmonica: Tony Joe White
Mandolin: Richard Pleasance
Fiddle: Byron Berline
Backing vocals: Dan Navarro, Eric Lowen, Jim McMains, Renee Gever

quinta-feira, 14 de junho de 2018

OS DETALHES DO PROJETO GROUNDBREAKER

Arte xexelenta e nome xexelento para um dos álbuns
mais aguardados do ano
Desde o ano passado sabemos que Steve Overland e Robert Säll estavam trabalhando em um álbum conjunto e que, desde então, tem sido bastante aguardado.

E hoje a Frontiers Records anunciou que o projeto chama-se Groundbreaker e seu primeiro álbum chegará às lojas no dia 14 de Setembro.

O projeto surgiu de uma conversa entre Overland e Serafino Perugino - presidente da Frontiers - em que o vocalista do FM revelou sua vontade de trabalhar com novos nomes do cenário melodic rock europeu. O nome de Säll foi o primeiro a ser cogitado e também o do arroz de festa Alessandro Del Vecchio para assumir a produção do trabalho. Overland se encantou com o material inicial e o projeto decolou.

"Sou o principal compositor em metade das canções, mas Ale e Steve escrevram muito também. Eu tinha que compôr pensando na voz de Steve e isso foi novo para mim, mas também muito inspirador. Mas para qualquer fã do FM ou Work Of Art, acredito que a sonoridade desse álbum seja bastante familiar", disse Robert Säll.

"A ideia era criar um álbum clássico de AOR e acredito que Robert, Alessandro, Pete Alpenborg e eu conseguimos criar um belo conjunto de canções. Acredito que este é o melhor material em que trabalhei em um bom tempo e todos os músicos envolvidos são fantásticos, não apenas como profissionais, mas também como pessoas para se trabalhar. Eu já conhecia o talento de Robert como compositor nos álbuns do Work Of Art, mas esse álbum se revelou uma grande colaboração e estou muito orgulhoso do resultado. Minha canção preferida no álbum é 'Will It Make You Love Me?'. Gravamos o vídeo e acredito que será um futuro clássico", declarou Steve Overland.

Grounbreaker: Påhlsson, Säll, Overland e Furin
Não há muito o que dizer sobre Steve Overland, um dos mais completos e versáteis vocalista deste lado da galáxia, não se resumindo em "apenas" ser o frontman do FM, mas também por ter participado em inúmeros projetos e tributos ao longo dos anos.. Já Robert Säll é um dos mais respeitados e requisitados compositores contemporâneos, capaz de criar melodias envolventes e impactantes, como bem sabemos pelos excelentes álbuns do Work Of Art e também do W.E.T., entre outros..

Além de Steve Overland nos vocais e Robert Säll nas guitarras, o lineup da banda também conta com o baterista Herman Furin (da Work Of Art) e do renomado baixista Nalle Påhlsson (do Therion e Treat, entre outros), além do onipresente tecladista Alessandro Del Vecchio.

O tracklist do álbum tem as seguintes canções:

01 Over My Shoulder (assista ao vídeo aqui)
02 Will It Make You Love Me?
03 Eighteen Til I Die
04 Only Time Will Tell
05 Tonight
06 Standing Up For Love
07 Something Worth Fighting For
08 The Sound Of A Broken Heart
09 The First Time
10 The Days Of Our Life
11 The Way It Goes

Não há como ignorar as expectativas para esse álbum. A colaboração entre Overland e Säll tem tudo para se destacar neste ano que ainda promete boas surpresas para os entusiastas do AOR/Melodic Rock.

Só nos resta aguardar...

quarta-feira, 13 de junho de 2018

A VOLTA DA SNAKES IN PARADISE

Arte do novo álbum dos suecos da Snakes In Paradise
A Snakes In Paradise chamou a atenção dos entusiastas dos bons sons em 1993, quando serviu de banda de apoio do legendário Mark Free. Um ano depois, o álbum "Snakes In Paradise" chegou às lojas com produção de Brett Walker (R.I.P.) e repleto de grandes canções que misturavam elementos do hard rock britânico com o mais tradicional AOR dos Estados Unidos.

A banda continuou em atividade e lançou outros três álbuns - "Garden Of Eden", "Yesterday And Today" e "Dangerous Love" - até que encerrou as atividades em 2002.

E agora, quase 20 anos depois de seu último trabalho, a banda anuncia seu retorno com "Step Into The Light", que será lançado pela Frontiers Records.

"Os fãs devem esperar uma sonoridade familiar no álbum da Snakes In Paradise. Pouco mudou, musicalmente, em relação aos primeiros álbuns. Ainda é a mesma bateria e os mesmos caras tocando juntos. É isso que faz nossa sonoridade, mas talvez mais encorpada e mais madura dessa vez. Somos músicos melhores agora e com mais profundidade nas composições", disse o vocalista Stefan Bergreen.

O tracklist do álbum traz as seguintes canções:

01 Wings Of Steel
02 Silent Sky
03 Will You Remember Me? (ouça a canção aqui)
04 Angelin
05 Living Without Your Love
06 If I Ever See The Sun Again
07 After The Fire Is Gone
08 Love On The Other Side
09 Things
10 Liza
11 Life's Ben Good To You & Me
12 Step Into The Light

A Snakes In Paradise tem em seu lineup o vocalista/tecladista/guitarrista Stefan Bergreeen, os guitarristas Thomas Jakobsson e Stefan Zimman Jonsson, além do baixista Tomas Pomma Thorberg e do baterista Peter Petterson.

terça-feira, 12 de junho de 2018

AUTOR CANADENSE EXPÕE OS BASTIDORES DE UM CLÁSSICO DO WHITESNAKE

O renomado Martin Popoff
O jornalista canadense Martin Popoff é nome bastante conhecido e respeitado na comunidade rocker. Autor de mais de 20 livros, Popoff costuma investigar a fundo histórias sobre as bandas que desnuda em suas obras, muitas vezes revelando histórias desconhecidas do público e, outras vezes, apenas confirmando coisas que muita gente desconfiava.

Pois bem, nessa segunda categoria estão alguns fatos escancarados em "Sail Away: Whitesnake's Fantastic Voyage", lançado em 2015 e que caiu como uma bomba em um dos assuntos mais recorrentes quando é a banda de David Coverdale: a gravação do clássico "1987", um álbum rodeado por boatos e rumores.

Em um fórum sobre rock, foi postada mensagem sobre o assunto e os detalhes da história surpreendem alguns e confirmam o que outros tantos já tinham ouvido.

Por exemplo, o produtor Keith Olsen teria revelado duas coisas muito interessantes:

A primeira delas é que o guitarrista Dann Huff gravou muita coisa no álbum "1987", muito mais do que a radio version para "Here I Go Again". John Sykes não conseguia tocar a mesma coisa duas vezes ou não fazia o que Olsen queria, então Huff foi trazido para tocar as partes de Sykes em várias canções.

O livro em que Popoff expôs os
bastidores do clássico "1987"
A segunda - e que diz respeito ao maravilhoso "Slip Of The Tongue" - é que o ferimento na mão de Adrian Vandenberg foi puro golpe publicitário. O fato é que o holandês não estava à altura da banda para tocar no álbum, ainda mais quando comparado com Vivian Campbell, que havia sido demitido.

Mas tem mais: o autor crava que Steve Vai não queria tocar com outro guitarrista e, como estava recebendo um caminhão de dinheiro para integrar o Whitesnake, a história de que Vandenberg machucou a mão foi fabricada.

Voltando a John Sykes e ao álbum de 1987, o produtor Keith Olsen teria dito o seguinte: "Os arranjos eram ótimos, as baterias eram excelentes, mas as guitarras estavam completamente desafinadas. Sykes estava em um momento em que queria usar um harmonizador, ele queria todos os efeitos, e o harmonizador em todo lugar. E Coverdale descobriu que Sykes não conseguia acompanhar aquilo vocalmente."

Olsen teria ido adiante, confirmando que as guitarras estavam, de fato, desafinadas: "Bem, haviam 35 faixa... você sabe, Mike Stone pegou o álbum e na primeira leva de guitarras haviam umas 30 faixas e, talvez, haviam uma ou duas faixas onde as guitarras estavam bem afinadas. E você sabe, esse problema aconteceu em cada uma das faixas. E então eu tive que extrair aquelas duas faixas de guitarras e John tocava outras até que se tornou impossível para John continuar, e foi aí que Dann Huff foi chamado. Refizemos todos os vocais, limpamos as guitarras para que tudo ficasse afinado, nos livramos dos efeitos que estavam desafinados."

O genial Dann Huff, circa 1990
E sobre "Here I Go Again", Olsen conta uma história perturbadora: "Eu realmente queria uma oitava nota no verso. Liguei para John e disse''John, você poderia pegar sua guitarra e passar aqui. Você usa os amplificadores do estúdio. Eu só preciso as oitavas em dois versos', ao que John responde, 'Não Keith, não posso fazer isso. Eu precisaria de todos os meus amplificadores ou teria que voar até a Inglaterra'. E Coverdale me olhou e eu disse, 'São apenas as oitavas! É apenas para levarmos a coisa toda para frente'. Sem resposta, eu disse 'tchau, para Sykes e desliguei o telefone.


Então chamei Dann Huff novamente. Ele chegou com a guitarra em mãos (sem case mesmo), ligou-a aos amplificadores, ouviu a canção uma vez e fez o que eu pedi perfeitamente".


E que comece o mimimi..

segunda-feira, 11 de junho de 2018

ROXY PETRUCCI FALA SOBRE O NOVO ÁLBUM E O FUTURO DA VIXEN

Vixen, circa 2017: Lightning, Ross, Petrucci e Gardner
A baterista Roxy Petrucci foi recentemente entrevistada pelo pessoal da Totally Driven Radio. A conversa foi longa e bastante interessante, mas alguns pontos chamaram minha atenção.

Sobre o novo álbum ao vivo da banda - chamado "Live Fire" e cujo lançamento será no dia 06 de Julho - Petrucci disse: " Esse álbum tem duas bonus tracks de estúdio: uma delas é a versão acústica de 'Edge Of A Broken Heart'. Os vocais são incríveis. Janet gravou tudo, inclusive os backing vocals. A outra faixa de estúdio é 'You Ought To Know By Now', que é uma canção que tocávamos com Jan Kuehnemund e que resgatamos e atualizamos um pouco. Nem sei porque nunca gravamos esa canção porque ela é incrível e tem a sonoridade clássica da Vixen. É matadora".

A baterista também falou sobre a condição da vocalista Janet Gardner, submetida recentemente a uma cirurgia no cérebro: "Por sorte, ela ficará bem. Ela fez sua última tomografia e o resultado é que ela está 100%. Ela está totalmente curada. Na semana passada ela já estava na Europa com seu projeto solo. Janet está de volta e se preparando para cair na estrada com a Vixen."

Finalmente, Petrucci foi questionada sobre a possibilidade da Vixen gravar um novo álbum de material inédito. A resposta foi animadora: "Esse é o próximo passo. É o que queremos fazer em seguida. Acho que está na hora. Acredito que estaremos prontas para lançá-lo em algum momento em 2019. Usaremos esta ano para escrever o material. Mesmo antes de pensarmos em um novo álbum os fãs já nos enviavam mensagens dizendo 'está na hora' ou pedindo para que gravássemos uma nova canção. Eles queriam alguma coisa da Vixen e então pensamos: 'vamos dar-lhes um álbum, mas vamos dar-lhes também um álbum ao vivo para que se lembrem das canções e alguma coisa nova para que saibam o que vem em seguida'. É tudo uma questão de hora certa, lugar certo. Será um álbum com a sonoridade clássica da Vixen."

O lineup da Vixen é composto pela vocalista e guitarrista Janet Gardner, pela baixista Share Pedersen Ross e pela baterista Roxy Petrucci (todas integrantes originais), além da guitarrista Britt Lightning.

sexta-feira, 8 de junho de 2018

TREAT TEM NOVO ÁLBUM CHEGANDO

Arte do novo álbum do Treat
Os suecos do Treat anunciam o lançamento de seu novo álbum - já batizado de "Tunguska" - para o dia 14 de Setembro, via Frontiers Records.

O single de lançamento é a incendiária "Build The Love" e o vídeo promocional pode - e deve - ser visto aqui.


"O álbum destaca a musicalidade única que desenvolvemos juntos ao longo dos anos no processo criativo de compor juntos, mas ele também ilustra como queremos que nossos álbuns soem e sejam sentidos no século 21. Nós conseguimos ir mais fundo no conteúdo lírico e, musicalmente, a dinâmica das canções e da produção estão mais distintas, uma vez que permitimos mais peso e mais pegada coexistindo com o lado mais leve da banda", disse o guitarrista Anders Wikström.


Com produção do colaborador de longa data Peter Mansson - tendo Wikström como co-produtor - "Tunguska" captura o Treat em plena forma, apesar de seus mais de 30 anos de estrada.

Sobre a gravação do novo trabalho, Wikström disse: "Meu objetivo sempre foi capturar em estúdio a mesma atitude que temos quando estamos no palco.. Por isso não continuamos em uma tour longa divulgando nosso último trabalho e optamos por entrar novamente em estúdio para trabalharmos no novo álbum, compondo e gravando. Quando nossos fãs ouvirem 'Tunguska' a nossa decisão falará por si. Quando eu ouço o novo álbum, tenho a mesma sensação de quando ouvi a versão final de 'Organized Crime' em '89, quando todos se dedicaram e tocaram como se suas vidas dependessem disso. Eu realmente acredito que este é o melhor momento do Treat! E isso se aplica a cada integrante da banda. Estou muito orgulhoso".

O lineup do Treat conta com o vocalista Robert Ernlund e com o guitarrista Anders Wikström, além do tecladista e guitarrista Patrick Appelgren, além das ilustres presenças do baterista Jamie Borger e do baixista Pontus Egberg.


"Tunguska" tem o seguinte tracklist:



01 Progenitors 
02 Always Have, Always Will 
03 Best Of Enemies 
04 Rose Of Jericho 
05 Heartmath City 
06 Creeps 
07 Build The Love 
08 Man Overboard 
09 Riptide 
10 Tomorrow Never Comes 
11 All Bets Are Off 
12 Undefeated


Vem coisa boa por aí...

RECOMENDAÇÃO DA SEMANA

Referência de qualidade no universo dos bons sons e donos de uma rica discografia, os britânicos do FM presentearam seus fãs há 15 anos com a belíssima "Long Time No See", uma caixa com três discos contendo muita coisa bacana. Desde material lançado - na época - exclusivamente no Japão e também um de seus shows mais memoráveis da década de 80. a banda caprichou na seleção de conteúdo e enriqueceu a coleção dos fãs.

O primeiro disco traz parte do material de "Paraphernalia" (já resenhado aqui), álbum exclusivo do mercado japonês originalmente lançado em 1996, além de algumas canções da coletânea "Closer To Heaven" (já resenhada aqui), também lançada apenas no Japão, em 1993. Esse disco traz uma série de rockers excelentes, como os maravilhosos "Caught In The Innocence", "After Hours", "Locomotive Love", "Heavy Heart" e "Finish What Ya Started", todas com a sonoridade que a banda praticava logo no início dos anos 90. As três canções finais - regravadas em 1998 - são bem bacanas e pouco fogem das versões originais, à exceção de "Frozen Heart", ressurgida em uma versão absurdamente intimista e tão linda quanto a original.

FM circa 1989: Chris, Pete, Steve, Merv e Didge
O segundo disco traz o tracklist completo do clássico "Aphrodisiac" (indiscutivelmente, um dos melhores e mais consistentes álbuns do FM), além da arrebatadora "Chinese Whispers" - uma das três bonus tracks da edição japonesa - e uma encantadora versão acústica de "Closer To Heaven", tendo os inconfundíveis de Steve Overland acompanhados por piano, teclados e um baixo discretíssimo.

Mas a grande surpresa está no terceiro disco, que traz o único registro oficial de um dos shows que o FM fez promovendo o essencial "Tough It Out". O show em questão foi gravado em 17 de Agosto de 89 e foi comercializado pela própria banda com o nome de "Live At Th Astoria", contendo o mesmo tracklist, mas com a ordem das canções um pouco diferente. Uma versão bootleg também já existia, mas com qualidade razoável, ao contrário do que temos aqui. Vários singles promocionais de "Tough It Out" continham canções ao vivo que foram retiradas desse show. As versões ao vivo são absurdamente espetaculares, particularmente  as de "Face To Face", "Bad Luck", "The Other Side Of Midnight" e "Frozen Heart", além da cover prá lá de bacana de "Hot Legs", clássico do mestre Rod Stewart originalmente gravada em 1977.

FM circa 1992: Barnett, Jupp, Goldsworthy e Overland
Em resumo,caríssimas e caríssimos, "Long Time No See" traz o FM me momentos distintos, mas desfilando a qualidade que até hoje lhes é característica. Particularmente, comprei esse box por conta do terceiro disco, já que "Paraphernalia" (em sua versão original, com dois discos) e a versão japonesa de "Aphrodisiac" já integravam minha coleção. Ainda assim, o trabalho gráfico desse box é fantástico, trazendo fotos da banda e letras para todas as canções nos dois primeiros discos. Seja como for, "Long Time No See" é um belíssimo box não apenas para os fãs do FM, mas principalmente, para os amantes daquele AOR do início dos anos 90, fase em que Mr. Overland e companhia lançaram álbuns muito mais que interessantes. Esse box é material obrigatório em sua coleção...

FM - Long Time No See
Released in 2003 via Escape Music
Cat. #ESM086

Tracklist

Disc 1
01 Caught In The Innocence
02 I Don't Wanna (Play These Games)
03 After Hours
04 I'll Be There
05 Locomotive Love
06 That's The Way
07 Promised Land
08 Tempted
09 Heavy Heart
10 Three Seconds
11 Finish What We Started
12 Burning My Heart Down ('98 Version)
13 Don't Stop ('98 Version)
14 Frozen Heart ('98 Version)

Disc 2
01 Breathe Fire
02 Blood And Gasoline
03 All Or Nothing
04 Closer To Heaven
05 Ain't Too Proud
06 Take The Money
07 Aphrodisia
08 Inside Out
09 Ain't Gonna Run No More
10 Play Dirty
11 Rivers Run Dry
12 Hard Day In Hell
13 Chinese Whispers
14 Closer To Heaven (Acoustic Version)

Disc 3
01 I Belong To The Night
02 Face To Face
03 Don't Stop
04 Everytime I Think Of You
05 Bad Luck
06 Burning My Heart Down
07 The Other Side Of Midnight
08 Frozen Heart
09 Heart Of The Matter
10 Hot Legs 
11 That Girl
12 American Girls

Lineup Discs 1+2
Steve Overland: vocals, guitars
Merv Goldsworthy: bass, vocals
Pete Jupp: drums, percussion, vocals
Andy Barnett: guitars, vocals 
Jem Davis: keyboards
Charlie Ollins: keyboards

Lineup Disc 3
Steve Overland: vocals, guitars
Chris Overland: guitars
Merv Goldsworthy: bass, vocals
Pete Jupp: drums, percussion, vocals
Didge Digital: keyboards

quinta-feira, 7 de junho de 2018

BREAKING NEWS

* Tommy Shaw anuncia o lançamento de "Sing For The Day!", show realizado em 2016 junto com a Contemporary Youth Orchestra, para o dia 29 próximo, via Eagle Rock Entertainment;

* "Living The Dream" é o nome do novo álbum do Uriah Heep, que chegará às lojas no dia 14 de Setembro, via Frontiers Records, em sete configurações diferentes: CD/ CD/DVD/ Collector's Box com CD/DVD + camiseta exclusiva/ vinil preto/ vinil azul exclusivo para o mercado americano/ vinil cristal exclusivo na loja da Frontiers para o mercado europeu/ versão digital; 

* Depois de ter os aparelhos desligados, o guitarrista Ralph Santolla veio a falecer aos 48 anos de idade. Além da carreira solo, Santolla tocou com Gary Hughes, Iced Earth, Deicide e Obituary, entre outros.

BREAKING NEWS

* Mick Jones e Kelly Hansen anunciaram a reunião do Foreigner para o dia 04 de Agosto, onde Lou Gramm , Dennis Elliott , Rick Wills , A...