quarta-feira, 19 de junho de 2013

WOLFGANG VAN HALEN RESPONDE FÃS NO TWITTER

Wolfgang interagiu com fãs e deu boas respostas
Recentemente, o baixista Wolfgang Van Halen fez uma sessão de perguntas e respostas com seus seguidores no Twitter.

Os fãs aproveitaram a oportunidade e enviaram as mais variadas perguntas, mas é claro que as mais interessantes sempre faziam referência à banda onde toca com seu pai e tio. Abaixo, você pode ler algumas das mais bacanas.

01 Qual seu álbum favorito do Van Halen entre 1978-1984?
     "Fair Warning" ou "1984"

02 E qual o álbum que você mais gosta da era do Sammy?
     "Balance"

03 Quais as canções que você mais gosta do álbum "5150"?
     "Dreams" ou "Get Up"

04 Quais as músicas que você mais gostou de tocar na tour de 2012 com o Van Halen?
     Todos os b-sides como "Women In Love", "Outta Love Again", "Girl Gone Bad", "Hang 'em  
      High", "Full Bug"

05 Qual a sua canção favorita em "A Different Kind Of Truth"?
     "You And Your Blues", "Chinatown", "As Is" e "She's The Woman"

06 Qual o solo de seu pai que você mais gosta?
     O solo dele em "Amsterdam" é um dos meus preferidos

07 Quais as cinco canções do Van Halen que você mais gosta, além daquelas mais tocadas?
     "Dirty Movies", "Hear About It Later", "Amsterdam", "Light Up The Sky", "Humans Being"

08 Qual sua canção preferida em "Balance"?
     Gosto de todas elas. "Seventh Seal", "Don't Tell Me", "Amsterdam". E também acho que "Not  
     Enough" é  uma das canções mais lindas que meu pai já escreveu.

09 Você consegue tocar tocas as canções da era Roth no Van Halen? E qual a sua preferida?
      Sim, e gosto de todas elas

10 Qual sua música preferida do último álbum para tocar ao vivo?
     "Chinatown" e "She's The Woman"

Ainda, Wolfgang aproveitou para desmentir os boatos que afirmam que o Van Halen encerraria a carreira no dia 21 de Junho, quando tocará em Wisconsin. "Não acredite em nada se não vier de nós", escreveu.

EUROPE ESCLARECE FATOS

Europe mostra com quantos álbuns se ganha platina
A indústria fonográfica está em plena decadência há anos, e tenta de todas as maneiras recuperar seu poder e prestígio. Até agora, não conseguiu nenhum dos dois.

Além disso, a onda de artistas descartáveis e pré-fabricados que movem as grandes gravadoras só enganam essa geração acostumada a comprar músicas avulsas em lojas virtuais. E uma das mais novas manobras da Federação Internacional da Indústria Fonográfica (International Federation of the Phonographic Industry - IFPI) foi revisar a certificação dos álbuns de platina.

Até 1996, a banda/artista precisava vender 100.00 cópias de seu trabalho para receber a certificação, mas atualmente, 40.000 cópias já fazem esse papel.

Agora, a imprensa sueca apontou a Sabaton como sendo a primeira banda sueca a ganhar um álbum de platina. E os veteranos do Europe não deixaram a notícia passar em branco.

Em nota oficial, a banda declarou: "Então, uma banda sueca chamada Sabaton ganhou disco de platina na Suécia, vendendo 40.000 cópias de seu álbum 'Carolus Rex'. Muito bem, caras! Entretanto, a afirmação da mídia que sugere serem eles os primeiros a atingir tal marca esta errada. Ou, será que nós fomos enganados nos anos 80 quando recebemos discos de platina por 'The Final Countdown'? Ah, os anos 80! A época em que jeans desbotados eram moda e que 'platina' significava 100.000 cópias...!"

Precisa comentar alguma coisa???

terça-feira, 18 de junho de 2013

DEPOIS DE 27 ANOS, ÁLBUM DE JEF SCOTT FINALMENTE SERÁ LANÇADO EM CD

Álbum de Jef Scott finalmente ganhará versão digital
Para os colecionadores e entusiastas do radio friendly AOR da década de 80, o nome de Jef Scott não é nenhum pouco desconhecido.

Em 1979, o norte-americano era integrante da banda Geisha, que também contava com o tecladista Tony Kaye. Quando Kaye se juntou ao Yes em 1983, Scott tornou-se artista solo contratado pela poderosa Epic Records.

Dois anos depois, "Ten Stories" chegava às lojas com Scott responsável por vocais, guitarras e baixo, acompanhado pelo tecladista John Forehan e pelos bateristas Jay Schellen (Unruly Child) e Brian Hitt (REO Speedwagon).

Com uma sonoridade absolutamente característica daquele período, o álbum fez relativo sucesso, mas como costuma acontecer com muito material bacana, sumiu de catálogo.

Agora, quase três décadas depois de seu lançamento, o álbum foi resgatado pela Yesterrock e ganhará a tão merecida edição digital pela primeira vez. O material chega às lojas no dia 21 de Junho com o seguinte tracklist:

01 One By One
02 I Watch My City Sleep
03 Mega-Millionaire
04 You Are The Only One
05 Relative To You
06 Graceland
07 Only You
08 I’m Only Sleeping
09 New Found Pounder
10 It’s Not Funny Anymore

Material mais que recomendado para quem curte aquela sonoridade 80's.

AEROSMITH REVELA TRACKLIST DE NOVO DVD

Novo DVD do Aerosmith "promete"
Você já sabe que os veteranos do Aerosmith lançarão o DVD "Rock For The Rising Sun" no dia 23 de Julho, via Eagle Rock Entertainment.

Agora, foi revelado o tracklist do show:

01 Draw The Line
02 Love In An Elevator
03 Livin' On The Edge
04 Hangman Jury
05 No More No More
06 Mama Kin
07 Monkey On My Back
08 Toys In The Attic
09 Sweet Emotion
10 Boogie Man
11 Rats In The Cellar
12 Movin' Out
13 Last Child
14 S.O.S. (Too Bad)
15 Walk This Way
16 Train Kept A Rollin'

E clicando aqui você pode assistir um teaser do material que já consta da minha lista de futuras aquisições.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

PROMOÇÃO "OSUKARU - TRIUMPHANT" TERMINA NESSA SEMANA

"Triumphant" está chegando...
Se você ainda não está participando da promoção "Osukaru - Triumphant", saiba que tem até quinta-feira para tomar parte da brincadeira que lhe dará não apenas o novo álbum da banda, mas também o aguardado "Covered Up E.P.", além de outros mimos que, por enquanto, não posso revelar.

Para participar, basta responder a seguinte pergunta:

Qual franquia cinematográfica foi a maior inspiração de Oz Osukaru para criar o conceito da arte de "Triumphant"???

a) The Dark Knight Trilogy (A Trilogia do Cavaleiro Das Trevas)
b) The Avengers (Os Vingadores)
c) The X-Men Series (Os filmes da série X-Men)

Você deve enviar sua resposta (juntamente com nome e endereço completos) para aorwatchtower@aol.com até a quinta-feira..

Na próxima sexta-feira, anunciarei os vencedores da promoção aqui na AORWatchTower.

Enquanto isso, clicando aqui você pode assistir ao vídeo de "Prisoner Of The Night", o novo single retirado de "Triumphant".

Mais detalhes seguirão na próxima semana. Stay tuned...

DAVID COVERDALE MANDA PEDIDO DE DESCULPAS À ROBERT PLANT

Coverdale busca a paz com Robert Plant
De acordo com a Classic Rock, o vocalista David Coverdale quer se desculpar pessoalmente com Robert Plant, pelas coisas que disse há quase duas décadas.

A troca de "elogios" aconteceu em 1993, quando Coverdale se uniu à Jimmy Page no projeto que levava o sobrenome de ambos. Na época, o ex-vocalista do Led Zeppelin expressou publicamente seu desdém por Coverdale, chamando-o de "David Cover Version".

Coverdale não deixou por menos e disse que "não mandaria uma lata de comida de gato à Plant nem se ele estivesse morrendo de fome".

Durante entrevista que será transmitida na próxima quarta-feira durante o Classic Rock Magazine Show na TeamRock Radio, Coverdale oferece um pedido de paz: "Minhas últimas palavras à Jimmy, em Londres,, foram: 'Eu adoraria pagar uma bebida à Robert. Quando falar com ele, ofereça minhas sinceras desculpas por quaisquer coisas negativas que eu possa ter dito, as quais eram apenas defensivas'".

Coverdale ainda disse tem Plant na mais alta estima, como artista e como ser humano, e que gostaria de lhe apertar a mão, se desculpar e perguntar: "Podemos ser amigos novamente?".

"Tenho certeza que Jimmy entregará o recado, e Robert pode bem mandá-lo se foder, quem sabe, mas eu não guardo nenhum tipo de rancor. Apenas guardo uma decepção pessoal por ter caído em provocações e sumido depois de ter dito coisas horríveis. Isso não é justo com alguém quem respeito tanto", encerrou o vocalista do Whitesnake.

JOHN WAITE LANÇA ÁLBUM AO VIVO

John Waite retorna com álbum ao vivo
O veterano John Waite é um dos vocalistas que eu mais curto. Seja com o The Babys, no legendário Bad English ou em sua excelente carreira solo, o britânico tem uma série de sucessos marcantes e álbuns absolutamente fantásticos.

Entretanto, Mr. Waite não contava com gravações oficiais de seus shows, o que começou a mudar em 2001 com "Live And Rare Tracks", coletânea que trazia algumas canções gravadas ao vivo na década de 80. Já em 2010 tivemos "In Real Time", e a prova mais recente disso é "Live All Access", álbum digital que traz o registro de dois shows que Waite fez nos Estados Unidos em sua atual tour.

Acompanhado pelo guitarrista Keri Kelli, pelo baixista Tim Hogan e pelo baterista Rhondo, Waite mostra que ainda tem energia para mostrar no palco, mas o detalhe que me incomoda é que suas canções não tem o requinte dos arranjos originais, já que o tracklist inclui canções que foram originalmente gravadas com duas guitarras e teclados, o que não acontece ao vivo. No fim das contas, fco com a sensação de ter ouvido uma banda qualquer tocando covers de John Waite, mas com o próprio nos vocais.

O tracklist do álbum tem as seguintes canções:

01 Change
02 Better Off Gone
03 If You Ever Get Lonely
04 Head First
05 Mr. Wonderful
06 In Dreams
07 Evil
08 Saturday Night

Por enquanto, "Live All Access" está disponível somente via iTunes.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

ENTREVISTA EXCLUSIVA COM INDIGO BALBOA

Indigo Balboa
Na semana passada recomendei aqui o excelente álbum dos espanhóis do Indicco, banda que chega como uma das melhores surpresas do ano até agora. Contando com grandes convidados e contendo uma mescla muito bem equilibrada entre AOR e AC Rock, o álbum "Karmalion" já figura entre as aquisições obrigatórias de 2013. E como perder tempo não me interessa, entrei rapidamente em contato com o vocalista Indigo Balboa, que gentilmente atendeu ao meu pedido e concedeu essa entrevista exclusiva para a AORWatchTower.

Enjoy...

Vocês começaram a trabalhar nas canções de "Karmalion" em 2008. Agora, cinco anos mais tarde, o álbum finalmente foi lançado. Porque o material levou tanto tempo até chegar às lojas? 

Indigo Balboa: Se você quiser dar o seu melhor, deve andar ao invés de correr, porque você pode tropeçar ao longo do caminho e quando se está gravando um álbum, isso parece uma eternidade. Então precisamos ser cuidadosos, como somos com uma criança. 

Você estava trabalhando com Mark Spiro em seu segundo álbum solo. Em que momento esse trabalho se transformou no álbum do Indicco?

Indigo Balboa: Esse foi outro motivo pelo qual "Karmalion" demorou à ser lançado. Eu precisei combinar ambas as coisas, gravar na Espanha e nos Estados Unidos para ambos os projetos. Paco Cerezo tinha resolvido acabar a 91 Suite e eu tinha tempo para iniciar um novo projeto, então decidimos juntar forças e, naquele momento, nasceu o Indicco.

A orientação musical mudou muito desde aquela época?

Indigo Balboa: Se compararmos o melodic rock com outros gêneros, acredito que sim. Muitas grandes bandas estão voltando à ativa (e não apenas por dinheiro) e, com isso, uma nova geração está descobrindo esse tipo de música, esse estilo de vida. Hoje em dia, adolescentes assistem à filmes como "Tron: Legacy" e quando ouvem "Separate Ways" do Journey dizem: 'Uau, isso é ótimo!!!'. Mais tarde, esses adolescentes estarão na internet buscando mais informações sobre esse tipo de música, e é nesse momento que eles são fisgados! Isso aconteceu comigo há mais de 20 anos atrás, mas era mais difícil sem a internet. Então, é fato: o melodic rock está vivo... e bem vivo! 

Como vocês assinaram com a New Venture Music?

Indigo Balboa: Na verdade, tivemos muitas ofertas e um dia antes de assinarmos com outra gravadora recebemos a oferta da New Venture Music. A empresa foi fundada por Gregor Klee (da Avenue Of Allies) e Birgitt Schwanke (da Germusica), e, com essas referências, decidimos assinar com eles e estamos muito satisfeitos com a nossa escolha. 

O excelente "Karmalion", lançado hoje
Com um excelente álbum de estréia, não é surpresa que o Indicco já seja apontado como uma das melhores 'novas bandas' de 2013. E "Karmalion" vem recebendo críticas excelentes mundo afora. Como vocês estão assimilando isso tudo?

Indigo Balboa: Obrigado! Tudo isso tem sido uma grande surpresa, especialmente quando lemos as críticas do mundo e elas tem sido favoráveis. É maravilhoso! Trabalhamos muito por isso e só em ler essas críticas positivas já nos sentimos recompensados.

De acordo com o press release, as influências da banda incluem Bad English, Giant, Survivor, Toto e outras. E essas influências me parecem evidentes em sua música. Ma quais são as influências do vocalista Indigo Balboa?

Indigo Balboa: Posso lhe dizer que sinto a mesma coisa que você em relação ao álbum. Ele foi gravado por mim e Paco Cerezo e temos as mesmas influências. Mas as influências que tenho enquanto vocalista são Jimi Jamison, Steve Perry, Joseph Williams, John Wetton, Rick Springfield, Joe Lynn Turner, Dan Fogelberg, Johnny Hallyday... só para citar alguns..

É óbvio que todo artista faz o seu melhor quando começa a criar um novo trabalho, mas o Indicco supreendeu com a alta qualidade de seu álbum. Como funcionou o processo de gravação?  

Indigo Balboa: Paco e eu nos entendemos bem desde que nos conhecemos. Quando começamos a trabalhar juntos, essa afinidade aumentou e isso se revela nas composições. As idéias fluíram facilmente entre nós. 

Mark Spiro estava envolvido no projeto desde o início. Como foi trabalhar com ele? 

Indigo Balboa: Eu só tenho coisas boas a dizer sobre Mark. Ele é fantástico! Todo o tempo que passei em seu estúdio foi incrível e aprendi muito com ele. Nós decidimos incluir algumas idéias dele em "Karmalion" naquele momento, e acho que foi uma ótima idéia germos deixado a sua 'marca registrada' no álbum.

Indigo Balboa e Paco Cerezo
Foi ele quem trouxe Tim Pierce?

Indigo Balboa: Sim. Eles são muito amigos e isso acabou send uma vantagem para nós.

E como Jimi Jamison se envolveu com o Indicco?

Indigo Balboa: Eu conheço Jimi desde 2006. Fui em quem fez as adaptações para o espanhol dos sucessos do Survivor para os shows que ele fez na América do Sul. Ele nunca cantou aquelas músicas em espanhol, porque isso é muito difícil para um norte-americano. Mas mantivemos contato desde então e há cerca de dois anos, discutimos a possibilidade de ele voltar à Espanha. E ele veio duas vezes, e na hora certa.  

Outro convidado no álbum é David Palau, do Güru...

Indigo Balboa: Ele tocou conosco há um ano, cara muito bacana! Paco e eu conversamos e decidimos que ele poderia tocar em "Karmalion". Ele tocou as guitarras adicionais em uma canção. 

Indicco fará alguns shows para promover seu álbum e, de acordo com o press release, Jimi Jamison  acompanhará a banda em alguns desses shows. Já existe alguma data definida?

Indigo Balboa: Jimi tocará conosco, realmente. Mas a primeira data que temos definida é 24 de Agosto, quando abriremos o show do grande Robert Tepper, em Madri.    

Indigo, foi um prazer falar contigo. Lhe desejo todo o sucesso do mundo e espero que possamos nos falar novamente. As portas da AORWatchTower estão abertas à você... 

Indigo Balboa: Muito obrigado, estou muito agradecido. Esperamos que todos gostem de "Karmalion" e que consigam se identificar com o que quisemos transmitir através do álbum: karma, espiritualidade, energias positivas, sexo, surfe e rock'n roll!!!  Nossos agradecimentos à todos vocês...

RECOMENDAÇÃO DA SEMANA

Na última terça-feira o clássico "Mood Swings" completou duas décadas de  seu lançamento, e com isso em mente resolvi recomendar um dos meus singles preferidos do Harem Scarem. Retirada daquele álbum, a excelente "If There Was A Time" foi a única canção promocional retirada do álbum, e figura entre os clássicos da banda. Ainda, o single trazia outras três canções ao vivo, gravadas no RPM Club em Toronto, no dia 22 de Janeiro de 1994. Uma grande pedida para quem curte o som da banda.

Logicamente, o single abre com "If There Was A Time", composta por Harry Hess e Pete Lesperance. A introdução do piano e guitarra acústica engana quem não conhece a canção, que logo ganha a companhia da bateria e baixo. Gosto muito do arranjo simples e do andamento, assim como da métrica, especialmente no refrão. Cabe destacar o ótimo trabalho de monsieur Lesperance nas guitarras e a destruidora interpretação de Mr. Hess. Canção para ser ouvida no volume máximo, sem nenhuma moderação.

Seguimos com "Hard To Love", em uma arrasadora versão ao vivo. Com uma linha de baixo mais evidente do que a versão de estúdio, essa gravação ganha mais peso, além de ter uma dinâmica um pouco diferente, mas muito positiva. A melodia envolvente ganha ainda mais força e o refrão explosivo soa monstruosamente mais potente, assim como ótimo solo de guitarra. Impossível não se arrepiar com outro grande clássico da discografia dos canadenses. Canção para ser ouvida com as janelas abertas e volume quase ensurdecedor, sempre que possível. Seguimos com "Mandy", baladaça instrumental que conta com baixo em primeiro plano, acompanhado pela guitarra precisa de monsieur Lesperance, além da bateria de Mr. Smith e dos teclados discretamente postados ao fundo. Com andamento tradicional para esse tipo de canção, o destaque fica para o arranjo que ganha mais evidência e, consequentemente, acrescenta ainda mais brilho à essa canção

Harem Scarem: Smith, Lesperance, Hess e Gionet, circa 1994
E finalmente chega "No Justice", rocker destruidor e, sem dúvida alguma, um dos maiores clássicos do Harem Scarem. A guitarra e bateria que se apresentam freneticamente no início da canção ganham um dose extra de peso, aumentando ainda mais o poder dessa canção. Os vocais soam mais potentes, assim como o refrão aumenta seu alcance e envolve ainda mais. Uma verdadeira aula de melodic rock, feita ao vivo. O single termina com uma versão editada de "If There Was A Time", com 31 segundos a menos que a versão original. Um desperdício, já que podera ter sido incluída uma canção inédita ou, até mesmo, a versão alternativa de alguma outra canção.

Seja como for, tenho esse single como um dos meus preferidos dentro da coleção do Harem Scarem. E como fã incondicional da banda, mal posso esperar pelo relançamento de "Mood Swings" em Outubro, além do novo álbum que os canadenses lançarão em 2014. Enquanto isso, nos divertimos com o grande legado que a banda já possui, e dentro desse contexto, recomendo tremendamente esse single.

HAREM SCAREM - If There Was A Time
Released in 1994 via Warner Music Canada
Cat. # 4309-96032-2

Tracklist
01 If There Was A Time
02 Hard To Love (Live)
03 Mandy (Live)
04 No Justice (Live)
05 If There Was A Time (Edit)

Lineup
Harry Hess: vocals, keyboards
Pete Lesperance: guitars, backing vocals
Darren Smith: drums, backing vocals
Mike Gionet: bass, backing vocals

quinta-feira, 13 de junho de 2013

NOVO ÁLBUM DE FERGIE FREDERIKSEN VEM AÍ

Novo álbum de Frederiksen chega em Agosto
Mas confesso, temo pelo pior.

Considero Fergie Frederiksen o segundo melhor vocalista que já passou pelo Toto, já que o primeiro lugar ninguém conseguiu tirar do grande (literalmente) Joseph Williams.

Frederiksen gravou apenas um álbum com a banda dos irmãos Porcaro, mas não resta dúvidas que o excelente "Isolation" é um dos melhores trabalhos na longa discografia do Toto

Logo depois do final da "Isolation Tour", Frederiksen foi demitido da banda com Steve Lukather alegando que o vocalista não se relacionava bem com os outros integrantes e que havia sido difícil para Frederiksen gravar o álbum.Apesar disso, ele gravou backing vocals para "Could This Be Love?", faixa que integra o tracklist do maravilhoso "Fahrenheit", lançado em 1986 e que marcou a estréia de Joseph Williams como frontman do Toto. Vá entender...

Depois disso, Frederiksen participou de inúmeros projetos e até mesmo gravou um álbum solo chamado "Equilibrium", lançado em 1999 e que acho mediano, apesar de todo o confete que jogam nesse trabalho. 

Em 2010 ele foi diagnosticado com um câncer inoperável, e resolveu se aposentar. Mas seu amigo Alex Ligertwood o convenceu a continuar trabalhando, e em 2011 foi lançado o álbum "Happiness Is The Road",   e que é bastante interessante.

Pois bem, agora Frederiksen voltará ao cenário com "Any Given Moment" chegará às lojas européias no dia 23 de Agosto, e quatro dias depois o álbum chega ao mercado norte-americano. Mas o que me preocupa é o pacote no qual esse trabalho vem embrulhado.

O arroz de festa Alessandro Del Vecchio
A Frontiers Records vem apostando todas as suas fichas no compositor e produtor Alessandro Del Vecchio, quando o assunto é AOR. O problema é que, como era de se esperar, a sonoridade criada por ele está em todo o canto, o que gerou um desgaste evidente e uma redundância musical que beira o insuportável.

E é justamente Del Vecchio o responsável pela produção do novo álbum de Fergie Frederiksen. E a julgar pelo single "Last Battle Of My War", (composta por Del Vecchio e cujo vídeo brega pode ser assistido aqui), o álbum terá aquela sonoridade burocrática e redundante, características que vem sendo atreladas ao nome do produtor já há algum tempo.

E quando vejo que há um dueto com Issa Overseen, a coisa se complica. Ela é uma boa vocalista, mas é só isso mesmo. Não vejo a grandiosidade nem o talento que muita gente percebe. Seja como for, ela participa em "Not Alone".

Pior, o álbum traz uma regravação da clássica "Angel Don't Cry", do Toto. Pessoalmente, acho esse tipo de coisa um risco desnecessário e prevejo um desastre. Já a lista de músicos que participam do trabalho inclui nomes como o baterista Herman Furin (do Work Of Art),  os guitarristas Robert Säll (Work Of Art e W.E.T.), o veterano Bruce Gaitsch, Peter Friestedt e Sven Larsson (Street Talk), além do tecladista e arroz de festa Alessandro Del Vecchio.

Enfim, o tracklist de "Any Given Moment" é o seguinte:

Last Battle Of My War
Let Go
Price For Loving You
I'll Be The One
Time Will Change
How Many Roads
Candles In The Dark
Any Given Moment
Not Alone (dueto com Issa Overseen)
When The Battle Is Over
Angel Don't Cry

Espero, sinceramente, que daqui há algumas semanas em publique uma retratação, dizendo que o novo álbum do grande Fergie Frederiksen é, no mínimo, ótimo. Apesar das evidências apontarem o contrário, eu espero o melhor, mas temo pelo pior.

ERIC SINGER MANDA RECADO PARA FÃS XIITAS

O excelente Eric Singer em ação com o Kiss
Eric Singer se juntou ao Kiss, pela primeira vez, em 1991. Desde então, tem prestado excelentes serviços à banda sempre que convocado, e prova disso são "Sonic Boom" e "Monster", os dois mais recentes álbuns do Kiss.

Mas existe uma boa parte de fãs xiitas da banda, que ainda vive em um passado distante onde o quarteto permanece com a formação original. Trouxas...

Em recente entrevista concedida à finlandesa Radio Nova, o baterista foi questionado sobre o que pensa a respeito dos fãs que insistem em reclamar das mudanças que a banda tem há anos. 

Sem dó nem piedade e com uma boa dose de "fuck you", Singer disse: "As pessoas que dizem coisas como 'eu não gosto disso', 'eu não gosto daquilo', 'eles deveriam tocar aquela música' ou 'eu só gosto da formação original'... deveriam entender que esse é o Kiss que existe agora, em 2013. Deveriam estar felizes que ainda existe alguma incarnação da banda tocando por aí. Nos importamos tanto quanto ou até mais do que qualquer outra formação que a banda já teve. Gene não precisa do dinheiro. Paul não precisa do dinheiro. Eles fazem o que fazem porque amam o que fazem".

Como fã do Kiss há décadas, concordo plenamente com Singer.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

NEWMAN REVELA TRACKLIST DO NOVO ÁLBUM

A belíssima arte do novo álbum do Newman
Dois anos depois de lançar material inédito, Steve Newman se prepara para lançar mais um álbum: o aguardado "Siren" chegará às lojas no dia 19 de Julho via AOR Heaven.

A lista de convidados inclui Nick Workman (Vega), Robert Säll (Work Of Art, W.E.T.) e Pete Newdeck (Tainted Nation, Eden's Curse), entre outros.

O tracklist, anunciado hoje, contém as seguintes canções:

01 Scar Of Love
02 Had Enough
03 Arcadia
04 Another Bitch Of A Night
05 Feel Her Again
06 Some Kind Of Wonderful
07 Siren
08 When It Comes To Love
09 Crossfire
10 Waiting For The Day
11 The Foolish One
12 Don’t Know Why

E clicando aqui você pode ouvir um teaser de pouco mais de três minutos. E parece que vem coisa boa por aí, caríssimas e caríssimos...

TOUR COM ÍCONES DA DÉCADA DE 80 É ANUNCIADA NOS U.S.A.

Tour reúne três grandes nomes da década de 80
Chamada de The 80's Invasion Tour 2013, a tour reúne Ted Poley, Bang Tango e Enuff Z' Nuff. Nada mal, hein???

As primeiras datas oficialmente anunciadas (incluindo um show em Toronto, no Canadá) são as seguintes:

Agosto
01  Hollywood, CA – Whisky A Go-Go (apenas com Bang Tango/Enuff Z' Nuff
02  Las Vegas, NV – Count’s Vamped 
03  Golden Valley, AZ – Castle Rock Event Center 
04  El Paso, TX – Kickstandz 
07  Borger, TX – Rockin’ Leatherz 
08  Houston, TX – Concert Pub North 
09  Oklahoma City, OK - Chameleon Room 
10  TBA - Cape Girardeau, MO 
11  St. Louis, MO - House Of Rock 
15  Bolinbrook, IL - Tailgators 
17  Toronto, ON - The Rockpile 
18  Glenburnie, MD - Nabb's Creek Dock Bar 
21  Standish, ME - Memory Lane Concert Hall 
22  Clifton, NJ - Dingbatz 
23  Akron, NY - Braun's Concert Cove 
24  Ogelbsy, IL - Prime Time Tap 
25  Richmond, IN - The Firehouse 
26  Lakewood, OH - The Foundry

Vale destacar que o Bang Tango se apresenta com Joe Leste, vocalista original da banda.

terça-feira, 11 de junho de 2013

DEIXEM STEVE PERRY EM PAZ!!!

Steve Perry, em 2012
Uma das notícias mais marcantes da semana passada foi o depoimento dado pelo legendário Steve Perry ao site Fan Asylum, onde ele revela a perda da mulher com quem viva já havia um ano e meio, devido a um câncer.

Ainda mais impactante foi a revelação de que ele próprio lutava contra a doença. Um câncer de pele havia se revelado depois que ele retirou uma pinta do rosto. E com uma enorme cicatriz - por causa da cirurgia para a retirada das outras células cancerígenas - ele tirou uma foto com a grande Martha Quinn. Para quem não a conhece, Quinn foi uma das mais importantes VJ's da MTV norte-americana, tendo feito parte do time original de profissionais que trabalharam naquele canal.

Mas o que me impressionou foi a reação de um sem número de fãs de Perry. Uma choradeira desatada, como se o eterno vocalista do Journey tivesse morrido. Ele não morreu... pelo menos, ainda não. Continua vivo em sua casa na Califórnia, morando com seus trocentos gatos e ainda faturando muito dinheiro com o direito autoral dos grandes clássicos que compôs com Neal Schon e Jonathan Cain.

Li muitos comentários sobre a falta que Perry faria, sobre as mais mirabolantes possibilidades de um retorno ao cenário musical, sobre como ele tocou o coração das pessoas com suas canções, blábláblá...

Como faria Jack, o Estripador: vamos por partes:

1. Perry já faz falta desde 1996. Quando seu breve retorno ao Journey nos brindou com o excelente "Trial By Fire", acredito que todo fã da banda comemorou fervorosamente o retorno do grande vocalista à banda. Infelizmente, a festa pouco durou e hoje só nos resta a saudade mesmo;

2. Perry não gravará mais. Já passou da hora de nos convencermos disso. Ele teve milhares de oportunidades para fazer seu retorno ao cenário musical, e em grande estilo, mas simplesmente não quer, e fim de papo. Acho tremendamente chato o recorrente tema que diz que ele "vai gravar um novo álbum", ou que "ele já está gravando um novo trabalho". Esses rumores chatos rolam há anos e é incrível como ainda há pessoas que acreditam nele. Steve Perry não vai mais gravar!!! Isso não vai acontecer, e parece o lamento aborrecido da amante que acredita que o cara com quem sai vai largar a mulher para ficar com ela;

O excelente "Trial By Fire", lançado em 22 de Novembro de 1996
3. Steve Perry não vai voltar ao Journey. Nunca. As diferenças entre ele e Neal Schon nunca foram esquecidas, e depois que Schon não quis esperar pela recuperação de Perry para iniciar a tour promocional de "Trial By Fire", a situação só piorou;

4. Finalmente, se realmente Perry fosse vitimado pela doença (o que não aconteceu, mas o chororô desatado na internet passava outra idéia), o que perderíamos? Com todo o respeito de que Perry é merecedor, o que perderíamos seria um EX-vocalista. Me parece que seria mais difícil - para muitos - aceitar o fato que, com sua morte, Perry não voltaria mais ao Journey. Ele não lança nada desde 1996 e com quase duas décadas passadas é muita ingenuidade pensar que, de repente, Perry faria um retorno triunfal.

A partir daqui, eu me tornaria redundante e voltaria ao item #1. E digo isso tudo como fã declarado do Journey e também do legendário Steve Perry, mas o resto do meu bom senso me impede de acreditar nessa conversa fiada de que ele voltará a gravar, seja como artista solo, seja como vocalista de uma banda ou projeto qualquer.

Ele simplesmente não quer mais se envolver com isso, e não entendo porque tanta gente não aceita esse fato. Perry não tem obrigação nenhuma com ninguém. Integrou uma das maiores - senão a maior - banda de AOR da história, e desempenhou sua função com extrema competência. Depois, se lançou em uma breve, porém excelente, carreira solo. Deixou um legado invejável, como compositor e intérprete. E por mais que eu próprio quisesse - e muito - ouvir material novo, estou convencido há anos que isso não vai acontecer.

Portanto, deixem Steve Perry em paz. E agora vou buscar meu "Trial By Fire" para embalar o meu almoço.

O QUE ESPERAR DO PRÓXIMO ÁLBUM DOS SCORPIONS?!?!?

Klaus Meine mantém segredo sobre álbum dos Scorpions
Nem os deuses dos bons sons sabem responder a pergunta.

Desde que o vocalista Klaus Meine postou a mensagem de agradecimento pelos votos de feliz aniversário que recebeu dos quatro cantos do planeta, juntamente com uma foto onde aparecem os produtores do novo trabalho, as especulações sobre o conteúdo do álbum crescem a cada dia.

Entretanto, Meine já havia mencionado algo sobre a banda retomar canções inacabadas, assim como fez o Van Halen no ano passado.

E buscando uma resposta mais convincente, o site Scorpions Brazil entrou em contato com o vocalista e perguntou o que podemos esperar da banda no novo álbum.

Meine respondeu: "Exatamente agora não há nada para publicar sobre o projeto no qual estamos trabalhando... ainda é muito cedo e quando chegar a hora certa haverá um pronunciamento oficial que será mandando para o mundo todo".