segunda-feira, 27 de março de 2017

ROBIN BECK VOLTA À FRONTIERS

Robin Beck retomará a carreira em 2018
Depois de quatro anos longe dos estúdios, Robin Beck anuncia seu retorno ao cenário com um novo trabalho a ser lançado já no início de 2018, via Frontiers Records.

Beck tem dois álbuns lançados pela gravadora italiana: "Do You Miss Me?", de 2005, e "Living On A Dream", de 2007. Seu trabalho mais recente é "Underneath", de 2013.

"Fico feliz em anunciar que meu novo álbum está quase pronto", disse Robin. "As 11 canções estão crescendo e foram escritas por alguns do melhores compositores do planeta como Clif Magness, Kelly Clarkson, Shelly Peiken, James Christian, Tommy Denander, Richard Hymas e Fiona Flanagan, além de uma composição muito especial assinada por mim e Jeff Kent"

Beck ainda revelou que o material será produzido por Magness, Denander e Christian, além de ter o trio também incluído na lista de músicos envolvidos na gravação do material.

Outros nomes serão revelados em breve.

sexta-feira, 24 de março de 2017

BREAKING NEWS

* Há exatos 31 anos, o excelente "5150" chegava às lojas, marcando a estréia de Sammy Hagar como frontman do Van Halen e também dando início à mais bem sucedida fase da banda;

* Os tiozões do Scorpions anunciaram que sua "Crazy World Tour" pelos Estados Unidos contará com a ilustre presença do Megadeth;

* Clicando aqui você pode ouvir "Only Broken Heart", a primeira canção do novo álbum do Warrant;

* O primeiro trabalho do Def Leppard - originalmente lançado em Janeiro de 1979 - voltará às lojas. O raro "The Def Leppard EP" será relançado em 22 de Abril, em comemoração ao Record Store Day.

RECOMENDAÇÃO DA SEMANA

Os suecos da Coastland Ride estão na ativa há 14 anos, mas sua discografia é bastante curta, contando com apenas 3 álbuns. Entretanto, a qualidade transborda em arranjos e melodias excelentes e é isso tudo que você encontra - novamente - em "Distance", a mais recente investida da banda. Mesclando de maneira precisa os melhores elementos do AOR com o mais tradicional westcoast, a sonoridade do trio é inconfundível e os coloca em evidência a cada novo álbum.

O álbum contém rockers muito bem construídos e absolutamente radio friendly, como se percebe nos excelentes "Winds" (um dos destaques do álbum), "Saviour" e "Love Is On Your Mind" (ambas com o aspecto westcoast em evidência). Todas as três merecem sua total atenção e múltiplas audições, especialmente pela variedade de arranjos apresentados. Volume máximo para cada uma delas...

Com guitarras na linha de frente, "Dead For Seven Days" é outro destaque do álbum, com melodia empolgante e arranjo enxuto, enquanto "Eye Of The Storm" apresenta arranjo trafega entre o westcoast (especialmente ao longo dos versos), mas que revela sua aura AOR no refrão pegajoso, enquanto "Nation Of Grace" soa como se tivesse sido composta como westcoast e executada como AOR. Mais três belos momentos do álbum e que merecem sua total atenção e múltiplas audições...

E essa mesma impressão (da origem ser diferente da execução) eu tenho quando ouço "Princess Little Wonderland", um rocker até sombrio em relação as outras canções. Entretanto, a radio friendly "Reasons To Try" (outro destaque do álbum) resgata a aura do AOR com maestria, colocando teclados e guitarras em igualdade. 

Coastland Ride, circa 2017: Ryland, Nordberg e Bohlin
Mas o álbum também apresenta belíssimos mid-pacers como "Spotlight Sun" e "Hardcoded Life" (ambos destaques do álbum), além da balada "Here In My Heart", capaz de emocionar a mais gélida das criaturas, o que a transforma em outro destaque do álbum.

Em resumo, caríssimas e caríssimos, não resta dúvida que a Coastland Ride é uma das melhores e mais competentes bandas contemporâneas a praticar westcoast. O cuidado com os arranjos é evidente e a execução das canções e perfeita. Falando em arranjos, a progressão melódica do material da Coastland Ride me faz lembrar a America, um dos maiores e mais respeitados nomes do westcoast. Essa característica me é familiar desde o primeiro trabalho dos suecos e se mantém em cada álbum. Em meio a tantos álbuns com sonoridades parecidas, a Coastland Ride surge como uma ótima opção e "Distance" desponta como um álbum mais que recomendado...

COASTLAND RIDE - Distance
Released on March 10th 2017, via Avenue Of Allies Music
Cat. #Avenue 17 01 0064

Tracklist
01 Winds
02 Saviour
03 Love Is On Your Mind
04 Dead For Seven Days
05 Here In My Heart
06 Eye Of The Storm
07 Nation Of Grace
08 Spotlight Sun
09 Higher Ground
10 Princess Little Wonderland
11 Hardcoded Life
12 Reasons To Try

Lineup
Markus Nordberg: vocals, keyboards
Anders Rybank: keyboards, drums, bass, programming, backing vocals
Mikael Bohlin: guitars

Guest musicians
Lars Chris: guitars
Sven Larsson: guitars
Hansi Fellbrink: backing vocals
Helena Dalby: backing vocals
Karina Nilsson: backing vocals
Michael Cederholm: backing vocals
Tomas Lundgren: backing vocals

quinta-feira, 23 de março de 2017

FALECEU SIB HASHIAN

Sib Hashian, circa 2015
O baterista John Thomas "Sib" Hashian faleceu na noite de ontem, aos 67 anos de idade.

Hashian se apresentava no cruzeiro Legends Of Rock quando desmaiou no palco. De acordo com testemunhas, o músico recebeu pronto atendimento - inclusive sendo feito uso de um desfibrilador - mas não possível salvá-lo.

Hashian é mais conhecido por ter participado dos dois primeiros - e clássicos - álbuns do Boston, lançados em 1976 e 1978.

O baterista foi recrutado para a banda por pressão da Epic Records, o que fez Tom Scholz dispensar Jim Masdea - o baterista original do Boston - pouco antes do início das gravações do álbum de estréia da banda.

Sib Hashian permaneceria com o Boston até 1986, quando deixou a banda durante as gravações do álbum "Thrid Stage", quando Scholz chamou Masdea para reassumir a posição.

quarta-feira, 22 de março de 2017

KELLY HANSEN DIZ QUE NÃO HÁ RAZÃO PARA O FOREIGNER GRAVAR NOVOS ÁLBUNS

Kelly Hansen em ação com o Foreigner
Em recente entrevista, Kelly Hansen afirmou que não há mais razão para que o Foreigner grave um novo álbum. Ao contrário, a banda se concentrará em criar uma série de trabalhos curtos e constantes, que poderiam ser disponibilizados imediatamente.

"Pessoalmente, eu não acho que gravar álbuns seja o caminho. Eu simplesmente acho que não faz mais sentido. Porque nós podemos investir tempo, energia e dinheiro para criarmos um álbum completo e então, no dia em que for lançado, ele estará gratuito na internet. É assim que o mundo quer fazer, e nós diremos 'Bem, não é dessa maneira que nós faremos'", disse Hansen.

O vocalista concluiu: "Eu acredito que gravando uma ou duas canções de cada vez, fazendo uma mini-campanha de divulgação e trabalhando com foco nas mídias sociais estaremos mais sintonizados com o que está acontecendo agora. E há muitas canções em estágios diferentes de criação, então há muito material a ser lançado ao longo do caminho".

terça-feira, 21 de março de 2017

A VOLTA DO SHADOWMAN

Shadowman retorna ao cenário quase 14 anos desde
o lançamento de seu primeiro trabalho
Depois de um hiato de seis anos, os britânicos do Shadowman retomam a carreira com o lançamento de "Secrets And Lies", marcado para o dia 19 de Maio,via Escape Music.

Reunindo os talentos do espetacular vocalista Steve Overland (FM), do criativo guitarrista e tecladista Steve Morris (Heartland), do talentoso baixista Chris Childs e do frenético baterista Harry James (ambos do Thunder), o Shadowman é uma banda que privilegia não apenas as qualidades mais essenciais do AOR, mas também elementos vitais de cada uma das bandas onde seus integrantes atuam originalmente.

Mas o novo trabalho agregará um ingrediente valioso com a participação do legendário Didge Digital, o tecladista original do FM, responsável pelas inesquecíveis texturas presentes nos dois primeiros - e clássicos - trabalhos da banda.

O tracklist do álbum conta com as seguites canções:

01 Gravity
02 Automatic
03 Put It All Your Love
04 Contagious
05 Broken Bones
06 Best Things In Life
07 Face The Night
08 No Smoke Without Fire
09 Good Times, Bad Times
10  Be True To Yourself
11 Secrets Ans Lies
12 Stand Up And Be Counted

Como fã confesso da banda, mal posso esperar...

sexta-feira, 17 de março de 2017

RECOMENDAÇÃO DA SEMANA

Lá se vão dois anos desde o último trabalho material inédito da House Of Lords e, quem sabe, você já esteja conformado e acostumado com a mudança na sonoridade da banda. Pessoalmente, me agradou muito e vi um inesperado - e muito bem vindo - crescimento da House Of Lords em face de tudo o que está por aí atualmente. Pois bem, o novo álbum "Saint Of The Lost Souls" apresenta novas canções com uma sonoridade contemporânea (como era de se esperar) mas com estruturas recorrentes aos primeiros três clássicos álbuns lançados entre 1988 e 1992. Com um conjunto de excelentes canções e participações de nomes bastante familiares do universo dos bons sons, essa mistura não tinha como dar errado...

Como esperado, o álbum traz uma série de rockers arrasadores como na ótima "Oceans Divide", na radio friendly "New Day Breaking" e na cadenciada "Reign Of Fire", todas destaques do álbum e merecedoras de múltiplas audições e volume máximo.

A excelente "Concussion" mantém o alto nível, fato que se repete em "Art Of Letting Go" e na grandiosa "Grains Of Sand", com uma potente linha de baixo e uma saudável dose de peso nas guitarras. Ainda figurando como destaques temos a frenética "The Other Option", onde guitarras e teclados disputam espaço constantemente, assim como acontece em "Saint Of The Lost Souls". Uma vez mais, temos aqui destaques do álbum que merecem sua total atenção.

"Hit The Wall" é um mid-pacer arrasador, embalado por uma evidente linha de baixo e pontuado por guitarras precisamente distribuídas. Um dos grandes destaques do álbum, sem dúvida alguma, assim como "The Sun Will Never Set Again", uma power ballad com arranjo clássico e que traz uma interpretação perfeita do grande James Christian. Esse é mais um dos destaques do álbum, assim como sua versão acústica (bonus track da edição japonesa), que evidencia maravilhosamente as camadas de teclado, transformando totalmente a canção. Uma linda maneira de encerrar o álbum, sem dúvida alguma.

House Of Lords, circa 2017: Chris Tristam,
James Christian, B.J. Zampa e Jimi Bell
Em resumo, caríssimas e caríssimos, a House Of Lords mostra - uma vez mais - que está em plena forma. O conjunto de canções em "Saint Of The Lost Souls" faz jus aos melhores momentos da carreira da banda e mostra sua capacidade de se reinventar, assim como já haviam feito em seus dois últimos trabalhos. Ainda, B.J. Zampa e Jimi Bell justificam suas presenças na banda, com performances precisas e sólidas, assim como faz Chris Tristram, o novo baixista. E o que dizer de James Christian? O homem continua a impressionar com interpretações maiúsculas, mostrando o porque é um dos nomes mais respeitados no cenário melodic hard rock. É fácil dizer que o novo álbum da House Of Lords é um dos melhores do ano, mas também de sua carreira, o que faz dele material obrigatório em sua coleção.

HOUSE OF LORDS - Saint Of The Lost Souls
Released in March 08th, via King Record Co. (Japan)
Cat. #KICP 1834

Tracklist
01 Harlequin
02 Oceans Divide
03 Hit The Wall
04 Saint Of The Lost Souls
05 The Sun Will Never Set Again
06 New Day Breaking
07 Reign Of Fire
08 Concussion
09 Art Of Letting Go
10 Grains Of Sand
11 The Other Opinion
12 The Sun Will Never Set Again (Acoustic Version)

Lineup
James Christian: vocals, keyboards, acoustic guitars, backing vocals
B.J. Zampa: drums
Jimi Bell: guitars
Chris Tristram: bass

Guest musicians
Robin Beck: backing vocals
Michele Luppi: keyboards on "Harlequin"
Alessandro Del Vecchio: keyboards on "The Sun Will Never Set Again"
Tommy Denander: guitars on "Grains Of Sand"

quinta-feira, 16 de março de 2017

MUTT LANGE SERÁ O PRODUTOR DO NOVO ÁLBUM DO FM... SERÁ???

FM estaria trabalhando com o legendário produtor
Robert John "Mutt" Lange
Pois é, caríssimas e caríssimos, parece que sim!!!

Na tarde de ontem, a foto ao lado foi postada com a seguinte legenda: "Jim gravando guitarras para o novo álbum. Steve e Mutt Lange supervisionando os procedimentos".

É fato que o legendário Robert John "Mutt" Lange não costuma se envolver em projetos que não produz. Quando o cidadão entra em cena, ele assume controle total e absoluto da situação. E o canadense Bryan Adams e os veteranos do Def Leppard estão aí para confirmar essa afirmação.

A perspectiva de um álbum do FM sendo produzido por Mutt Lange é simplesmente incrível. Lange é conhecido por levar os artistas que produz ao extremo em infindáveis sessões de gravação, mas como resultado, entrega álbuns absolutamente espetaculares. E o produtor não se limita apenas a sua função primária, mas também colabora decisivamente como compositor e também fornece aqueles inconfundíveis backing vocals que podem ser facilmente ouvidos em álbuns não apenas dos já citados Bryan Adams e Def Leppard, mas também em material de gente como Michael Bolton, The Cars, Billy Ocean e de Shania Twain, entre outros.

Até a confirmação oficial, os boatos serão cada vez mais constantes e a expectativa cada vez maior.

Mais detalhes em breve.

Stay tuned...

terça-feira, 14 de março de 2017

CADÊ A ENTREVISTA COM JACK BLADES???

O baixista e vocalista Jack Blades
Muito bem, caríssimas e caríssimos

Me vejo na obrigação de colocar-lhes todos a par do motivo pelo qual a entrevista com Jack Blades - anunciada logo no início do ano - ainda não foi publicada.

O motivo é bastante óbvio: calendário.

A conversa com Blades já teve início há tempos, mas como vocês bem sabem, o Night Ranger está prestes a ter mais um trabalho lançado. Com isso, a agenda da banda se transformou radicalmente e, de acordo com o empresário dos caras, essas mudanças continuam acontecendo.

Não bastasse isso, o Night Ranger participou de um cruzeiro recentemente, o que atrasou ainda mais a conclusão da entrevista.

Mas conversei há pouco com o empresário da banda e a situação parece estar melhorando no que tange a sincronicidade dos nossos horários.

Assim sendo, reafirmo que a entrevista será publicada assim que conseguirmos finalizar a conversa. Confesso que fiquei tentado em publicar o que já tenho, mas sinceramente, não valeria a pena. Muita coisa bacana ficaria de fora e me obrigaria a fazer uma tremenda edição no texto,

Como dizem, shit happens, mas agradeço imensamente a compreensão e apoio de vocês.

Rock on...

segunda-feira, 13 de março de 2017

BREAKING NEWS

* Michael Sweet e George Lynch devem lançar seu novo álbum conjunto até o final do ano, se tudo correr de acordo com o planejado;

* Em noticia relacionada, o Stryper deve ter seu próximo trabalho lançado ainda no primeiro semestre de 2018;

* E o boato se concretizou: James Durbin é o novo vocalista da Quiet Riot. A banda regravará "Road Rage" (cujo lançamento foi jogado para o início do segundo semestre) usando os vocais de Durbin, que substituiu Seann Nicols.

sexta-feira, 10 de março de 2017

RECOMENDAÇÃO DA SEMANA

Todos vocês estão carecas de saber da minha paixão pelo rock australiano/neo-zelandês e uma das maiores e mais injustiçadas bandas kiwi é o Dragon. Pois bem, há alguns anos, durante uma conversa com Todd Hunter, ele me prometeu enviar alguns álbuns da banda e, realmente, todos chegaram semanas mais tarde. E entre o material enviado está "Dragon: Trilogy", um boxset contendo três discos com registros da banda ao vivo entre 1983 e 2013. Desnecessário dizer que a coleção é absolutamente fantástica e a recomendação desta semana vem do disco #2, chamado "Glory Years" e que traz um show gravado no Hammersmith Odeon - em Londres - na época em que o Dragon abria os shows de Tina Turner pela Europa.

O álbum traz um registro espetacular da banda em ação, entoando rockers empolgantes como "Wilder World", "Magic", "Body & The Beat" e a descomunal "Dreams Of Ordinary Men", um dos maiores clássicos do Dragon. Impossível não apontar, logo de cara, essas quatro canções como destaques do álbum.

Outros rockers dignos de nota são os radio friendly "Promises" e "Cry", além de "Rain" e "Speak No Evil", ambas destaques absolutos desse álbum e merecem sua total atenção. Ainda há que se mencionar "Smoke", uma linda balada que apresenta o único contraponto aos rockers que compõe o álbum.

Dragon, circa 1986: Tommy Emmanuel, Marc Hunter,
Allan Mansfield, Todd Hunter e Doane Perry
Finalmente, há duas canções escondidas: os rockers clássicos "April Sun In Cuba" e "Are You Old Enough?", em uma versão épica de quase 8 minutos. Mas acredite, vale a pena ouvir cada segundo de ambas canções que, obviamente, são destaques do álbum.

Em resumo, caríssimas e caríssimos, "Glory Years" é um registro absolutamente espetacular do Dragon. Não bastasse o show ser de um dos períodos mais bacanas da carreira dos neo-zelandeses, esse é um dos pouquíssimos registros ao vivo oficiais do Dragon. A banda continua em franca atividade, tendo Todd Hunter como único remanescente do lineup original. Marc Hunter faleceu em 1998, vítima de um câncer na garganta, mas seu legado permanece intacto e cada vez mais relevante. Assim sendo, se você é entusiasta dos espetaculares sons da terra dos cangurus e adjacências, o Dragon merece um lugar em sua coleção. E se você encontrar uma cópia de "Trilogy", não hesite em comprar. O investimento é mais que válido...

DRAGON - Trilogy: The Glory Years
Released in 2013, via Ozmo Music
Cat. # osmo206

Tracklist
01 Wilder World
02 Magic
03 Body & The Beat
04 Dreams Of Ordinary Men
05 Smoke
06 Promises
07 Temptation
08 Cry
09 Eight Miles High
10 Rain
11 Speak No Evil
12 April Sun In Cuba
13 Are You Old Enough?

Lineup
Marc Hunter: vocals
Todd Hunter: bass, vocals
Tommy Emmanuel: guitars
Allan Mansfield: keyboards
Doane Perry: drums

ROBIN BECK VOLTA À FRONTIERS

Robin Beck retomará a carreira em 2018 Depois de quatro anos longe dos estúdios, Robin Beck anuncia seu retorno ao cenário com um novo...