segunda-feira, 23 de setembro de 2019

MICHAEL SWEET FALA SOBRE O PRÓXIMO ÁLBUM DO STRYPER

Stryper, circa 2018, em material promocional para
o lançamento de "God Damn Evil"
Michael Stryper concedeu recente entrevista ao pessoal do The Metal Voice, quando falou sobre o novo trabalho do Stryper.

"No ano que vem, o Stryper gravará um novo álbum. Entraremos no estúdio em Janeiro ou Fevereiro e o álbum será lançado na metade do ano, ou no ano seguinte. E acredito que será uma boa oportunidade para o Stryper parar de viajar um pouco. Mesmo fazendo alguns shows esporádicos, como o Monsters Of Rock Cruise e outros shows", disse Sweet.

Perguntado se já existe algum material escrito para esse novo álbum, Sweet disse: "Eu tenho alguns riffs. Eu vou realmente começar a trabalhar nisso nas próximas 3 ou 4 semanas, reunindo um monte de riffs no meu telefone. E uma vez que eu tenha 10, 11, 12 riffs de guitarra, eu me trancarei - em Novembro e Dezembro - em minha masmorra com meu gato, minha lareira e meus computadores e começarei a trabalhar nas canções, uma por dia. E em 12 ou 13 dias teremos o álbum."

Sobre a direção musical do álbum, o vocalista disse: "Será bastante alinhado com o último trabalho, mas indo um passo além dele. Faremos coisas que surpreenderão e chocarão as pessoas de uma maneira positiva. Será um álbum de metal, não será pop ou pop rock ou glam ou qualquer desses termos idiotas. Será um álbum de metal. E tiraremos alguns coelhos da cartola e tentaremos surpreender as pessoas."

sexta-feira, 20 de setembro de 2019

RECOMENDAÇÃO DA SEMANA

Nome mais que conhecido no universo dos bons sons, Tony Sciuto está na ativa desde a década de 70, mas foi o clássico "Island Nights" de 1980 que marcou sua estréia como artista. Desde então, ele ganhou notoriedade como compositor escrevendo canções para Don Johnson, Tina Turner, Airkraft, Kenny Rogers, B.J. Thomas, Marc Hunter, Nick Kamen, Little River Band e muitos outros. Inclusive, ele integrou a Little River Band entre 1990 e 1997 como tecladista e vocalista. E como acontece com compositores prolíficos, muita coisa composta e gravada acaba engavetada e é esse material que "Diamond In The Rough" resgata. Uma série impressionante de canções gravadas entre o fim dos anos 80 e início dos anos 90, apresentando uma mistura muito bem equilibrada entre AOR e Westcoast, território onde atua com muita propriedade. Ainda, vale destacar as ilustres presenças de John Capek, Peter Beckett e Robin Randall entre os músicos envolvidos, o que indica a alta qualidade do material que "Diamond In The Rough" traz.

O álbum tem várias baladas distintas entre si (o que é um ponto muito positivo) mas sempre ostentando coesão quando comparadas umas com as outras, como podemos perceber nas ótimas "Diamond In The Rough" (que parece tirada de um álbum do Planet 3), "We Belong Together" com seu arranjo intimista, a envolvente "Answer To My Prayer" com seu arranjo inclinado ao pop dos anos 90 e "Three Sides To Every Story" e sua inegável aura westcoast que Sciuto domina tão bem.

"I'll Build My World Around You" carrega uma linda aura AOR que explode em toda sua magnitude na arrebatadora "One Heartbeat At A Time" (para mim, o grande destaque do álbum), que me remete aos melhores momentos do legendário Marc Jordan, especialmente guitarras, refrão e progressão melódica de maneira geral. Já "All Over You" é um belo mid-pacer com arranjo AC Pop muito eficiente, característica compartilhada pela ótima "Just A Photograph" que, ainda assim, é fácil de ser imaginada com uma roupagem AOR. Mas "In My Life" tem estrutura AC Pop bem tradicional, enquanto "There's Such A Thing As Too Long" me remete outra vez aos bons sons do Planet 3.

Mas o álbum tem mais a oferecer e a excelente "Love Heat The Night" (que bem poderia ter sido gravada por Brett Walker ou Stan Bush) e suas guitarras bem postadas é prova disso, além da ótima versão original para "The Last Sound Love Makes" (gravada por Don Johnson em 1986), levemente diversa de sua regravação mas retendo elementos originais suficientes para que fique claro de onde ela veio.

Tony Sciuto, circa 2018
Em resumo, caríssimos e caríssimas, "Diamond In The Rough" é um belíssimo álbum de AOR/Westcoast que, curiosamente, pouca gente conhece. Na verdade, essa resenha surgiu de uma conversa com um casal de amigos entusiastas do westcoast que não conheciam Tony Sciuto. Uma longa conversa e duas audições do álbum me convenceram a trazê-lo para cá. Sciuto é não apenas um grande intérprete, mas também um brilhante compositor e essa coleção de canções deixa isso bastante claro. As demos tem muita qualidade (na verdade, não soam como tal) e certamente agradarão os entusiastas dos bons sons sem muito esforço. Se você já é familiarizado com o trabalho de Tony Sciuto sabe que qualidade é item frequente em suas empreitadas, mas se o seu trabalho ainda lhe soa como novidade, "Diamond In The Rough" será uma grande surpresa, pode apostar...

TONY SCIUTO - Diamond In The Rough
Released in 2004 via Cool Sound (Japan)
Cat. #COOL-116

Tracklist
01 Diamond In The Rough
02 Love Heat The Night
03 We Belong Together
04 Answer To My Prayer
05 Water To A Flame
06 Three Sides To Every Story
07 I'll Build My World Around You
08 The Last Sound Love Makes
09 One Heartbeat At A Time
10 All Over You
11 Just A Photograph
12 In My Life
13 There's Such A Thing As Too Long

Musicians
Tony Sciuto : vocals, guitars, bass, keyboards
Peter Beckett: keyboards, backing vocals
Gary Griffin: keyboards
John Capek: keyboards
Robin Randall: keyboards
Paul Soroka: keyboards
John Thomakos: drums
Michael Sciuto: bass
Paul Soroka: sax
Eric Dinenna: percussion
Cathy Zebron: backing vocals

quarta-feira, 18 de setembro de 2019

FALECEU TONY MILLS

O grande Tony Mills, circa 2019
O universo dos bons sons perdeu hoje uma de suas mais relevantes vozes com o falecimento de Tony Mills, que colaborou brilhantemente em álbuns do Shy e TNT, especialmente.

Sua esposa emitiu nota, onde lê-se: "É com o coração partido que eu anuncio o falecimento de meu amado marido e melhor amigo Tony Mills. Ele foi diagnosticado com câncer pancreático terminal em Abril deste ano e viveu sua vida ao máximo até que respirou pela última vez em meus braços. Ele queria viver, mas não tinha medo da morte.

Muitos o conhecem por sua incrível contribuição ao mundo da música como vocalista em bandas como Shy e TNT, além de ser artista solo e músico de estúdio. Ele deixa um legado que viverá por muitas vidas.

Aquelas pessoas mais próximas dele também o conheciam como uma pessoa humilde e gentil, um marido dedicado com amor pela vida calma, seus animais e suas motos. Seu senso de humor estava sempre pronto. Seu último verão foi foi o mais feliz de sua vida, e ao final de cada dia ele exclamava 'Foi outro dia fantástico!' Ele passou muito tempo em sua oficina trabalhando em sua moto de trilha para que pudesse usá-la mais tarde no outono. Na noite anterior a seu falecimento, ele conseguiu me sussurrar: 'Eu tive uma boa vida. Eu tive um BOA vida. Mas estou um pouco chateado por causa da moto.'

Linda Mills"

segunda-feira, 16 de setembro de 2019

BREAKING NEWS

* O veterano Carl Dixon lançará seu novo álbum "Unbroken" em Novembro, via AOR Heaven. Será o primeiro trabalho solo do canadense em 18 anos;

* Ozzy Osbourne anunciou que terminaram as gravações para seu novo trabalho solo, que sucederá o ótimo "Scream", lançado em 2010;

* Michael Borman lançará o primeiro álbum de seu projeto Jaded Hard (hahahahaha) chamado "Feels Like Yesterday" em 25 de Outubro, via RMB Records

sexta-feira, 13 de setembro de 2019

FALECEU EDDIE MONEY

Eddie Money, circa 2019
Eddie Money faleceu hoje.

A notícia foi divulgada pelo site Variety.

Money foi recentemente diagnosticado com câncer no esôfago. O próprio vocalista revelou o fato em um episódio de sua série de tv, "Real Money".

Money estava preparando um novo trabalho que seria lançado ainda neste ano, mas não sabe quanto do material está realmente terminado.

O single "Brand New Day" foi lançado em Maio passado e o vídeo pode ser assistido aqui.

Tive a oportunidade de assistir Eddie Money em ação em 1988 e 1990 e seus shows eram divertidos e recheados de grandes canções.

Uma vez mais, o universo dos bons sons está um pouco mais silencioso.

R.I.P., Eddie...

RECOMENDAÇÃO DA SEMANA

Desde que surgiu no universo dos bons sons, já há três anos, o The Defiants chamou a atenção por dois motivos bastante óbvios: canções de alta qualidade e a íntima relação com o Danger Danger. Com o esperado sucesso do primeiro trabalho e também dos shows que a banda fez (especialmente na Europa), logo criou-se a expectativa para um segundo álbum que, finalmente, três anos depois, chegou sob o nome de "Zokusho", palavra japonesa que significa "sequência" ou "próxima capítulo". E esse novo capítulo na história da banda é melhor que o primeiro, mesmo que não de maneira significativa, mas é inegável a consolidação da banda e a evolução em suas composições, ainda que sutis.

Aquela aura radio friendly, presente em absolutamente todo o primeiro álbum, está de volta neste novo trabalho, na mesma medida e com o mesmo efeito positivo, como se percebe facilmente nas massacrantes "Love Is The Killer", "Standing On The Edge", "Hollywood In Headlights" e "Fallin' For You", todos rockers imponentes e que carregam a sonoridade mais característica da banda.

O mid-pacer "Hold On Tonite" é uma dose quase fatal de bons sons (com uma saudável quantidade de teclados), assim como a cadenciada "Allnighter" e a empolgante "U X'd My Heart" (uma das primeiras canções reveladas do álbum), além da excelente "It Goes Fast" e sua estrutura simples, mas muito eficiente.

"Stay" é a personificação do que é o melodic rock, com andamento dinâmico e refrão potente, enquanto "Alive" traz um arranjo mais moderno (os backing vocals são prova disso), sendo que "Drink Up!" segue a linha mais tradicional com muita propriedade. Mas a grande surpresa dessa edição japonesa é a ausência da previsível versão acústica em favor de uma canção inédita: a baladaça "Forever", com sua base acústica, envolvente e intimista, surge como uma bem vinda novidade, fechando o álbum com brilho.

The Defiants, circa 2019: Ravel, Laine e Marcello
Em resumo, caríssimos e caríssimas, "Zokusho" é um tiro certo para quem curte aquela vertente mais farofenta do melodic rock, com seus refrões grandiosos e teclados e guitarras onipresentes. É um "mais do mesmo" se comparado ao primeiro álbum, mas quem reclama se o produto tem qualidade? Não há dúvida alguma em relação ao merecido sucesso do The Defiants, que pode construir uma sólida carreira. Paul Laine mostra que nasceu para o melodic rock, assim como Ravel, Marcello e Steve West, outra bela surpresa que esse álbum traz. Me faltam adjetivos para recomendar "Zokusho", um trabalho mais que excelente e que merece um lugar em sua coleção...

THE DEFIANTS - Zokusho
Released on Sep. 11th 209, via King Records Co. Ltd.
Cat. #KICP 1975

Tracklist
01 Love Is The Killer
02 Standing On The Edge
03 Hollywood In Headlights
04 Fallin’ For You (assista ao vídeo aqui)
05 Hold On Tonite
06 Allnighter
07 U X'd My Heart (assista ao vídeo aqui)
08 It Goes Fast
09 Stay
10 Alive
11 Drink Up!
12 Forever (Bonus Track for Japan)

Lineup
Paul Laine: vocals, guitars
Bruno Ravel: bass, keyboards
Rob Marcello: guitars
Steve West: drums

quinta-feira, 12 de setembro de 2019

O NOVO ÁLBUM DO H.E.A.T.

H.E.A.T. revela arte do novo trabalho
Os suecos do H.E.A.T. anunciam o lançamento de "H.E.A.T. II" para o dia 22 de Janeiro.

Este será o primeiro álbum da banda produzido inteiramente por eles, tendo Jona Tee e Dave Dalone no comando da função.

"É assim que soaríamos se nosso álbum de estréia fosse lançado em 2019, e por isso o título", disse Dalone.

O primeiro single será "One By One", que será acompanhado de uma animação a ser lançada em 27 de Setembro. Nas palavras da banda, "a canção fala sobre pessoas iluminadas que mostram um caminho alternativo para a vida."

Em seguida, "Rise" será lançada como segundo single do álbum.

Mais detalhes em breve. Stay tuned...

quarta-feira, 11 de setembro de 2019

BREAKING NEWS

* H.E.A.T. lançará um novo single no próximo dia 27;

* Degreed anunciou o lançamento do novo álbum - batizado de "Lost Generation" - no dia 15 de Novembro, enquanto o single "Sex" será lançado em 11 de Outubro;

* Tygers Of Pan Tang lançarão "Ritual" - seu novo trabalho - no dia 22 de Novembro. A masterização do álbum ficou a cargo de Harry Hess.

VEGA TRAZ PRESENTE AOS FÃS

Canção inédia da Vega é bem bacana
Os ingleses postaram o vídeo de uma canção inédita chamada "Under The Sun", que pode ser ouvida aqui.

Um texto acompanha a postagem, onde lê-se: "'Under The Sun' é uma nova velha canção que foi originalmente escrita e gravada para o álbum 'Who We Are' (produzido e mixado por Harry Hess do Harem Scarem), mas devido a duração do álbum ela acabou ficando de fora do tracklist final".

O texto segue: "Nós havíamos esquecido completamente dessa canção até que ela surgiu em uma conversa. Então, para acertar as coisas enquanto terminamos as gravações do novo álbum da Vega, pensamos em limpar a prateleira e lançá-la. Curtam essa nova velha canção e prepare-se para o novo álbum e tour da Vega em 2020!!!"


A VOLTA DA WORK OF ART

Work Of Art prepara um grande retorno
"Exhibits" - o novo trabalho dos suecos da Work Of Art - vinha sendo confeccionado há cerca de um ano e meio, mas finalmente chegará às lojas para satisfazer a enorme legião de fãs que a banda arrebatou com seus três primeiros álbuns.

"Passou bastante tempo, realmente, cinco anos! Mas curiosamente, não pareceu tanto tempo assim. estávamos cada um fazendo seus próprios projetos e não foi antes de meados de 2017 - quando Serafino Perugino nos perguntou sobre um novo trabalho - que nos demos conta que REALMENTE estava na hora. Então passamos boa parte de 2018 compondo e gravando e aqui estamos nós", disse Robert Säll.

O novo trabalho promete encantar os fãs com melodias memoráveis (cortesia do incomparável Lars Säfsund) e muita técnica (entregue por Säll e por Herman Furin). "Como sempre, quando Lars, Herman e eu estamos juntos, surge a sonoridade característica da Work Of Art. Entretanto, nesse álbum eu busquei trazer mais daquela sonoridade AOR 'old school' e me livrar das influências westcoasst dos álbuns anteriores. Eu queria um álbum de AOR, não um de melodic rock ou de westcoast, mas apenas um álbum de AOR clássico, do começo ao fim", disse Säll.

O tracklist do álbum é o seguinte:

01 Misguided Love
02 Be The Believer (assista ao vídeo aqui)
03 Another Night
04 This Isn’t Love
05 Gotta Get Out
06 Come Home
07 If I Could Fly
08 Destined To Survive
09 Scars To Prove It
10 What You Want From Me
11 Let Me Dream

Ah, você pode ouvir samples do álbum todo aqui.

E a banda trouxe uma série de convidados para cumprir as funções de baixista e tecladista, incluindo o renomado Vince DiCola (em "This Isn't Love") e Nalle Påhlsson (em "Gotta Get It Out" e "Scars To Prove It"), entre muitos outros.

O álbum chegará às lojas em 08 de Novembro.

sexta-feira, 6 de setembro de 2019

RECOMENDAÇÃO DA SEMANA

É revigorante descobrir bandas/artistas de qualidade que fogem do padrão do AOR/Melodic Rock que tanto gostamos e a Eighteenth Hour se encaixa nessa descrição. A qualidade desse quarteto de Bethlehem (na Pensilvânia) engloba canções marcantes e performances carregadas de energia, itens que os tornaram conhecidos e que os levaram a abrir recentes shows do Bon Jovi, além de terem dividido o palco com The Outfield, Collective Soul, Brett Michaels, Skid Row, Ratt e outros. Com uma sonoridade contemporânea e uma identidade muito bem definida, a Eighteenth Hour faz de seu álbum homônimo um belo cartão de visitas.

Muito da sonoridade do álbum remete ao indie rock dos anos 90 (mas com uma onipresente aura 70's), mas sem soar datado ou coisa parecida, como pode-se conferir nos excelentes rockers "In Denial", "Try" e "Damage Done", onde a Eighteenth Hour revela sua natureza em três doses cavalares de rock simples e direto.

O mid-pacer "Takes Me Back" tem uma envolvente base acústica acompanhada de guitarras muito bem distribuídas, enquanto "Such A Shame" é um rocker explosivo e marcante que apresenta um contraponto a provocante "Unnoticed" e suas variações no arranjo.

Eighteenth Hour: Zullo, House, Touchton e Chaffier
Na reta final, a arrebatadora "Should've Been Gone" e a envolvente "The Rising" mantém o alto nível do álbum, assim como a imponente "All This Time", que fecha o trabalho com propriedade.

Em resumo, caríssimas e caríssimos, se você busca algo diferente e com qualidade inegável, o pessoal da Eighteenth Hour pode ser exatamente o que vocês estão procurando. Canções excelentes, performances irretocáveis e uma sonoridade nada previsível fazem dese álbum uma bela - e muito recomendável - surpresa...

EIGHTEENTH HOUR - Eighteenth Hour
Released on Aug. 23rd, via Escape Music
Cat. # ESM333

Tracklist
01 Where The Truth Lies
02 In Denial
03 Try
04 Damage Done (ouça a canção aqui)
05 Takes Me Back
06 Such A Shame
07 Unnoticed
08 Should've Been Gone
09 The Rising
10 All This Time

Lineup
Geoff House: vocals, guitars
Tom Chaffier: drums
Jim Touchton: bass
David Zullo: guitars

MICHAEL SWEET FALA SOBRE O PRÓXIMO ÁLBUM DO STRYPER

Stryper, circa 2018, em material promocional para o lançamento de "God Damn Evil" Michael Stryper concedeu recente entrevist...