segunda-feira, 18 de maio de 2020

A SAIDEIRA...POR ENQUANTO

Depois de três meses de inatividade, tomei vergonha na cara e tirei as teias da Tower. Ao menos para dar satisfação à vocês.

O que havia me afastado da casa no ano passado permanece como um dos motivos recorrentes: a depressão.

Apesar de o quadro geral estar muito, mas muito melhor do que em 2019, ainda há pontos a serem abordados e enquanto isso não acontecer, lamento, a Tower ficará inativa.

Infelizmente, há outro sério motivo que afasta daqui. O estado de saúde de meu pai não é dos melhores e, como diz o ditado, "as prioridades vêm primeiro", e assim sendo, uma parte da tempo que me resta é todo dedicado aos cuidados com o homem que fez exatamente a mesma coisa por mim a sua vida toda, inclusive quando não era necessário.

Finalmente, ainda há um curso da Escola Superior de Advocacia que muito me interessa e que certamente vai consumir a poeira de tempo que terei disponível.

Não é um "bye bye, so long, farewell" (como bem disse Guilherme Arantes), mas há o que se organizar antes de retomar as funções da Tower da maneira que deve ser.

As mensagens enviadas para aor-heaven@hotmail.com continuarão a ser respondidas como de costume, portanto sintam-se à vontade para entrar em contato.

Agradeço desde já a compreensão de vocês e tenham certeza, nos encontraremos nessa mesma estrada.

Rock on...

segunda-feira, 2 de março de 2020

TRIBUTO A EDDIE MONEY SERÁ TRANSMITIDO NA TV AMERICANA

O grande Eddie Money, circa 2019
No dia 22 de Março, a AXS TV exibirá o "Eddie Money Tribute Concert", que aconteceu no dia 20 de Fevereiro.

Eddie Money faleceu no dia 13 de Setembro passado.

Com um time de grandes nomes do universo dos bons sons (conforme se percebe pela lista abaixo), um dos momentos mais emocionantes da noite foi quando os filhos de Money interpretaram "I Wanna Go Back". Ainda, uma série de vídeos homenageando o artista, registros de gente como Huey Lewis, Joan Jett, Steve Miller, Loverboy, Boston e Dennis DeYoung.

O setlist do show foi o seguinte:

* "Baby Hold On" - Jesse, Dez and Julian Money
* "Trinidad" - Tommy Tutone
* "Walk On Water" - Mickey Thomas
* "Save A Little Room" - John Waite
* "No Control" - Greg Kihn
* "Money (That's What I Want)" - George Thorogood
* "Think I'm in Love" - Kevin Cronin and Dave Amato
* "Wanna Go Back" - Jesse and Dez Money
* "Baby Hold On" - James Hetfield
* "Shakin'" - Sammy Hagar with Jesse, Dez and Julian Money
* "Take Me Home Tonight" - Dez and Jesse Money
* "Two Tickets To Paradise" - All

Tributo mais que merecido...

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

NOVO ÁLBUM DO EXTREME ESTÁ QUASE PRONTO

Extreme, circa 2018
Durante entrevista concedida ao "Trunk Nation: L.A. Invasion" no último dia 25, o guitarrista Nuno Bettencourt confirmou que o Extreme está colocando os toques finais em seu novo álbum, o primeiro desde 2008.

"Está pronto. Na verdade, Gary volta para L.A. amanhã para finalizar algumas coisas. Coisas que fizemos, uns mixes, coisas que mudamos, letras que foram alteradas em algumas canções. Mas é isso. Ele só vai finalizar alguns detalhes. Todas as guitarras, baixo, bateria estão gravadas. Mixes também estão quase prontos", disse.

Sobre uma data de lançamento, o guitarrista disse: "O lançamento depende da gravadora. A coisa boa em não lançar material por um tempo é que nos libertamos de qualquer coisa que tenhamos lançado anteriormente, o que é muito animador porque confesso não ter me animado tanto com um álbum em muito tempo. Este é, provavelmente, um dos mais consistentes álbuns do Extreme já gravados. É pesado e incendiário. Eu diria que é o melhor trabalho de Gary. Este é o álbum dele, eu diria."

Perguntado porque a banda levou 12 anos para lançar um álbum, Nuno disse que "nós não esperamos tanto tempo. Provavelmente aprontamos três ou quatro álbuns. Não lançamos, mas preparamos, mas o novo foi feito rapidamente."

O guitarrista continuou: "Uma coisa que sempre digo a Gary desde que montamos a banda é que eu nunca quero lançar algo que não me dê vontade de tocar para o público, algo que eu não tenha vontade de dividir. Não quero lançar álbuns apenas porque precisamos. Eu amo o material que temos, mas começo a escrever outras coisas que me atraem mais e, então, esquecemos o material anterior. E aí me jogo em material que deveria ter sido um álbum há dois anos e começo a trabalhar em três ou quatro canções. Foi um momento 'pára tudo!' para mim e me lembrei da época em que estávamos gravando 'Pornograffitti'. Gary se refere ao novo álbum como 'Porno 2.0.' e é esse com ânimo que estamos contagiados agora."

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

DEE SNIDER FALA SOBRE O NOVO ÁLBUM DO AC/DC

Os veteranos do AC/DC, circa 2019
Dee Snider disse que o próximo álbum do AC/DC trará algumas "surpresas" relacionadas ao grande Malcolm Young que impressionará os fãs mais exigentes da banda.

O vocalista do Twisted Sister falou sobre o novo trabalho do AC/DC durante entrevista ao programa "Trunk Nation", quando ele promoveu uma petição para levar os australianos aos Estados Unidos como atração principal do Super Bowl de 2021.

Snider disse: "Eu jantei com Brian Johnson recentemente e nós falamos sobre o retorno da banda. Ele me disse um monte de coisas, e um monte de coisas que eu não quero dizer. Mas nós sabemos pelas fotos já divulgadas, e Brian confirmou, que eles estão em estúdio, eles estão gravando."

"Os originais - não quero dizer os caras 'originais', porque vários deles já partiram, mas eu digo que a formação 'clássica' está reunida novamente e há algumas surpresas, sobre as quais não posso falar, relacionadas a Malcolm Young que me deixaram de boca aberta. Posso dizer que ele estará presente. Esse é o AC/DC que nós conhecemos e amamos", encerrou Snider.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

TRIBUTO A NEIL PEART ACONTECERÁ EM SUA CIDADE NATAL

Evento homenageará o legendário Neil Peart
"A Night For Neil" está maracada para o dia 16 de Maio, no Meridian Centre em St. Catharines, Ontário, a cidade natal do legendário baterista.

Peart faleceu no mês passado, vítima de um câncer cerebral.

O evento terá toda sua renda revertida para várias instituições escolhidas pela família de Peart, incluindo a Overtime Angels, que desde 2014 era apoiada pelo Rush e que é a responsável pelo evento.

O press release diz que "'A Night For Neil' reunirá uma ampla gama de músicos de renome mundial, profissionais da produção e palestrantes convidados para homenagear a vida e a carreira de Neil". A lista completa de convidados será divulgada em breve.

Lance Kasten, vice-presidente da Overtime Angels, disse: "O evento honrará o professor das letras, liricismo e musicalidade do ponto de vista dos fãs. O avassalador apoio que estamos recebendo de todos os cantos do mundo tem sido tremendo."

Glen e Betty Peart, pais do baterista, disseram: "Estamos muito agradecidos pelo time que a Overtime Angels está reunindo para este evento. Estamos especialmente satisfeitos em poder apoiar este evento de caridade que beneficiará organizações que nos são queridas."

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

BREAKING NEWS

* Wolfgang Van Halen assinou contrato para lançar seu primeiro álbum solo via Explorer1 Music Group. Segundo o baixista o trabalho já está "em fase final de acabamento";

* Bon Jovi acaba de lançar o vídeo promocional para "Limitless", que pode ser assistido aqui;

* Mike Tramp também novo vídeo: a canção é "The Road" e pode ser ouvida e assistida aqui.


GEOFF TATE CONTA COMO "EMPIRE" QUASE ACABOU COM O QUEENSRŸCHE

Geoff Tate no estúdio da iRock Radio, circa 2020
Em recente entrevista concedida ao pessoal da iRock Radio, o vocalista Geoff Tate foi questionado sobre como o avassalador sucesso do clássico "Empire" (lançado em 1990) afetou os integrantes da banda.

"Ele quase acabou com a banda, porque foi uma mudança muito grande na estrutura da banda", disse Tate. "Nós começamos a fazer muito dinheiro e o dinheiro muda  as pessoas - ele muda como você se vê, ele muda como você vê as outras pessoas, ele muda a maneira como você quer ser tratado. Há uma coisa estranha que estala na sua cabeça. E admitimos que nosso sucesso foi lento."

"Desde nosso primeiro E.P., nós começamos a ganhar dinheiro, e então, gradualmente mais e mais e mais e, na época em que 'Empire' foi lançado, claro, o nível de renda ficou muito diferente. Então passamos a desperdiçar tempo pensando em como gastaríamos nosso dinheiro. Porque antes, nós só colocávamos no banco, mas depois tínhamos que pensar se aquele era o banco certo ou se deveríamos mudar para tal banco. E nenhum de nós tinha nenhuma noção de negócios", continuou.

Tate encerrou dizendo: "É engraçado, mas quando você atinge um nível de sucesso como aquele e com todo aquele dinheiro, surgem muitas pessoas querendo lhe 'ajudar'. Então você acaba cercado por esse tipo de pessoa (risos). Tínhamos que lidar como todo esse tipo de coisa com as quais nunca lidamos, e assim nos ocupávamos com coisas que normalmente não nos dizia respeito. Levamos três ou quatro anos antes de nos reunirmos e criarmos música novamente. Nós nos afastamos. Alguns comprara, aviões, outros compraram imóveis... nós realmente nos separamos."

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

ENTREVISTA COM ROBERT SÄLL

Em uma das entrevistas que Robert Säll concedeu à AORWatchTower, ele mencionou que havia imaginado o Work Of Art lançando quatro álbuns. Pois bem, no ano passado a banda retornou ao cenário com "Exhibits", trabalho que forma o quarteto imaginado por Säll. Com a tradicional alta qualidade de canções e interpretações, não foi surpresa o sucesso imediato do álbum, sobre o qual Säll gentilmente falou.

01 Lá se vão cinco aos desde o álbum mais recente do Work Of Art, e o novo trabalho recebeu ótimas críticas. Esse reconhecimento lhe passa o sentimento de missão cumprida?

Robert Säll: Ah, sim, muito! Especialmente depois de termos estado afastados por tanto tempo. A última coisa que queríamos era lançar um álbum que ninguém gostasse.

02 Esse foi o maior hiato entre álbuns da banda. O que gerou esse intervalo?

Robert Säll: Foram diferentes razões. Pessoalmente, estive muito ocupado começado minha família e agora tenho duas crianças correndo pela casa. Foi isso e, claro, o álbum do W.E.T. e o projeto Groundbreaker, ambos me deixaram bastante ocupado. Mas a razão principal foi o fato de que não havíamos planejado gravar esse novo álbum. Não dessa vez, pelo menos. Isso foi decidido por nós pela gravadora. Nós tínhamos a obrigação contratual de gravar mais um trabalho. De outra maneira, teríamos levado outros 3 ou 4 anos para que um novo álbum fosse lançado. Mas assim que ficou claro que teríamos que gravar mais um álbum, e isso aconteceu em meados de 2017, levamos cerca de um ano e meio para compor e gravar. O que é bastante rápido, pelos nossos padrões.

03 Uma coisa que me impressiona é o fato de vocês manterem as mesmas características musicais e estruturas melódicas, mas sempre evoluindo dentro do cenário aor/melodic rock e sem soar como uma cópia de vocês mesmos.  Como vocês mantém sua identidade musical tão acentuada e quase intocada depois de tanto tempo?

Robert Säll: Acredito que a chave para isso seja não gravar álbuns com muita frequência. Assim como a vida acontece nos intervalos entre os álbuns, recebemos muita influência enquanto fazemos outras coisas. E quando chega a hora de entrarmos em estúdio, tudo parece novo para nós.

04 E já que estamos falando nisso, há alguma direção musical que você gostaria de tomar com a banda e na qual ainda não se arriscou?

Robert Säll: Na verdade não. Fazemos muita coisa fora do Work Of Art e nos divertimos tocando com pessoas diferentes em gêneros diferentes. Mas quando chega a hora de nos dedicarmos a banda, nos divertimos fazendo o nosso som e somos felizes fazendo isso.

05 Como tem acontecido desde 2008, vocês tiveram uma série de convidados em "Exhibits", sendo cinco baixistas e seis tecladistas. Esse formato funciona melhor para vocês ao invés de ter um músico fixo na posição?

Robert Säll: Me permita colocar da seguinte maneira: nós tentamos manter um número fixo e mínimo de integrantes na banda. Dessa maneira podemos convidar mais amigos para tocar em nossos álbuns e você sabe, quanto mais, melhor! Mas quando falamos de shows, somos sempre nós três com Andreas Passmark no baixo e Jonas Grönning nos teclados. Nós os consideramos integrantes da versão ao vivo do Work Of Art.

06 Entre os convidados do novo trabalho está Vince DiCola. Como vocês conseguiram que ele participasse do álbum?

Robert Säll: A versão curta dessa história e que nós o convidamos e ele aceitou. Na verdade, foi uma ideia louca que tive enquanto trabalhava em uma canção. Shem Von Schroeck tocava baixo e eu sabia que ele e Vince são amigos. Então perguntei a Shem o que ele achava de fazermos o convite e ele me incentivou. Por sorte, Vince aceitou! Foi um sonho realizado para nós e um dos destaques do álbum.

Work Of Art, circa 2019: Robert Säll,
Lars Säfsund e Herman Furin
07 Falando em canções, alguma favorita?

Robert Säll: Sim, a canção que mencionei na pergunta anterior, "This Isn't Love".

08 Com tantas resenhas elogiando "Exhibits", onde você o colocaria dentro da discografia da banda, se o compararmos com os outros trabalhos?

Robert Säll: Eu o colocaria em segundo lugar, logo depois de "Artwork", que sempre terá um lugar especial no meu coração.

09 Passada uma década, como você vê o caminha da banda? Levando em conta tudo, desde as primeiras demos até o reconhecimento mundial como uma das melhores bandas contemporâneas de AOR/Melodic Rock?

Robert Säll: De maneira geral, cada passo que demos, desde a primeira demo e depois com cada álbum, foi nos estabelecendo gradualmente como uma banda. Mas toda a atenção gerada pelo primeiro álbum e mesmo por suas demos foi algo que experimentamos apenas uma vez. Mas você só pode ser a 'novidade' uma vez e as pessoas tendem a se empolgar com bandas novas. Depois cabe a banda provar que é realmente boa e acredito que, ao longo dos anos, nós fizemos exatamente isso.

10 Finalmente, o que o futuro reserva ao Work Of Art? O que podemos esperar de vocês em um futuro próximo?

Robert Säll: É curioso porque, agora que o novo álbum está pronto e é uma novidade para os fãs, para nós é o fechamento de um ciclo. O que vai acontecer de agora em diante é um mistério para nós. Só o tempo vai dizer.

Robert, foi um imenso prazer conversar com você novamente (esta é a sua quinta entrevista desde 2010). Espero ouvir ainda mais material de vocês em breve e lhes desejo todo o merecido sucesso que estão desfrutando.

Robert Säll: Obrigado, Juliano. Quero agradecer a cada um de vocês que esperaram pacientemente pelo novo álbum. Cada álbum é um verdadeiro trabalho de amor e esperamos que vocês curtam "Exhibits" e sintam que a espera valeu a pena!!!

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

BON JOVI VOLTA A CENA EM MAIO

Arte do novo álbum do Bon Jovi
Bon Jovi lançou mais uma canção de seu novo álbum: "Limitless" pode ser ouvida aqui.

A canção integra o tracklist do álbum "2020", que será lançado em 15 de Maio. E falando em tracklist, ei-lo:

01 Beautiful Drug
02 Unbroken
03 Limitless
04 Luv Can
05 Brothers In Arms
06 Story Of Love
07 Lower The Flag
08 Let It Rain
09 Shine
10 Blood In The Water

Sobre o título do novo trabalho, Jon Bon Jovi disse: "O significado por trás dele é óbvio. Estamos em um ano eleitoral e eu não poderia me sentir pior. E também tenho uma visão muito clara das coisas. 'This House Is Not For Sale' tratava de assuntos pessoais e agora está no passado. Então '2020', é claro, é um ano eleitoral, mas mais importante, eu tenho uma visão muito clara de onde estamos indo."

No começo desse mês, uma versão instrumental de "Limitless" foi lançada e os fãs convidados a catarem. A melhor interpretação renderá a seu autor a chance de subir ao palco e cantá-la com a banda.

A tour norte-americana começará em 10 de Junho e se estenderá até 28 de Julho, e vale lembrar que a maioria das datas contará com show de abertura de ninguém menos que Bryan Adams.

A TOWER RECOMENDA...

Talvez o álbum mais aguardado do ano, "II" traz os suecos do H.E.A.T. no auge da forma com um trabalho que, sem nenhum exagero, pode ser apontado como o seu mais consistente registro.

As resenhas positivas que o álbum vem ganhando são mais que justas, referendando a alta qualidade das canções e, principalmente, da banda em si, que sem encontra em franco desenvolvimento.

Falando em canções, "Rock Your Body", "Dangerous Ground" e "Come Clean" (que abrem o álbum, nessa ordem) dão uma clara e ampla noção do que lhes aguarda: um desfile quase criminoso do melhor e mais cativante melodic rock contemporâneo que você pode encontrar disponível no mercado.

A sequência de grandes canções segue com "Victory", "We Are Gods", a já conhecida "One By One", a baladinha "Nothing To Say", "Heaven Most Have Won An Angel", "Under The Gun" e, finalmente, "Rise", que encerra a festa em grande estilo.

Pontos comuns a todas as canções: refrões grandiosos, guitarras e teclados muito bem distribuídos, melodias bombásticas, uma banda que beira a perfeição  e interpretações massacrantes desse alienígena chamado Erik Grönwall. Faltam adjetivos para descrever o que esse cidadão é capaz de fazer com a voz. Vale ressaltar a produção do álbum, exímia, sem exageros, na medida exata para a sonoridade que a banda oferece.

Este "II" consolida o H.E.A.T. como uma das mais relevantes bandas do cenário melodic rock e mostra que os suecos ainda tem muito a oferecer. Ainda bem...

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

BREAKING NEWS

* No dia 08 de Maio chegarão às lojas os novo álbuns da House Of Lords (batizado de "New World, New Eyes") e da Vega (chamado "Grit Your Teeth");

* Tokyo Motor Fist apresentou uma nova canção no Monsters Of Rock Cruise. Você pode assistir ao vídeo ao vivo de "Decadence On 10th Street" clicando aqui;

* A Khymera também tem material novo: você pode ouvir "The First Time" (do álbum "Master Of Illusions") clicando aqui. O álbum será lançado no dia 06 de Março próximo.

A SAIDEIRA...POR ENQUANTO

Depois de três meses de inatividade, tomei vergonha na cara e tirei as teias da Tower. Ao menos para dar satisfação à vocês. O que ha...