sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

RECOMENDAÇÃO DA SEMANA

Não costumo resenhar álbuns gravados ao vivo, mas no de "The Italian Job", a exceção é mais que justificável. Não apenas pelo fato de o FM ser uma banda prolífica e que vem sabendo se reinventar aos poucos, mas principalmente por manter a alta qualidade de seus trabalhos ao longo dos anos, apesar das suaves mudanças na orientação sonora que os britânicos vêm abraçando gradualmente. O show em questão foi gravado em Maio de 2018 durante o Frontiers Rock Festival em Milão e teve seu setlist baseado em material de pinçado de sete álbuns, e foi muito bacana resgatar algumas canções menos óbvias da sua discografia, o que dá um brilho extra ao conjunto.

É quase gratificante ouvir as canções mais novas ganhando corpo ao vivo e revelando sua força, como acontece com "Black Magic", "Life Is A Highway" e mais evidentemente com "Killed By Love", um rocker construído para o rádio e que funciona maravilhosamente ao vivo.

Outra canção mais recente e que funciona muito bem ao vivo é "Over You" e sua linha de baixo massacrante, além da bluesy "Closer To Heaven", sem dúvida uma das mais lindas baladas do FM em toda sua discografia. Mas uma das grandes surpresas é "Story Of My Life", uma balada intimista de arrepiar em sua versão de estúdio e que aqui se agiganta ainda mais, em uma releitura com teclados e voz onde Jem Davis e Steve Overland criam o ponto alto da noite, no que tange o material mais recente da banda logicamente.

O show é pontuado pelo material dos dois primeiros álbuns do FM e que consolidou o nome da banda, mas mesmo aqui as escolhas foram menos óbvias, já que clássicos absolutos como "Frozen Heart" e "Face To Face" foram omitidas. Entretanto, grandes momentos nostálgicos se apresentam com "Let Love Be The Leader", lançada como single em 1986 e que nunca havia sido incluída em nenhum trabalho oficial da banda até 1994, quando foi incluída na (hoje raríssima) coletânea "Only The Strong: The Very Best Of FM 1984-1994". Sem dúvida, uma das canções mais marcantes do FM, com todos os elementos característicos do AOR britânico da década de 80.

As explosivas "Someday" (com guitarras mais proeminentes), "Does It Feel Like Love" (que versão é essa!!!), "Bad Luck" e "Tough It Out" (ambas matadoras ao vivo) representam brilhantemente o clássico "Tough It Out", enquanto as maravilhosas "I Belong To The Night", a contagiante "Love Lies Dying", "That Girl" e a maiúscula "Other Side Of Midnight" carregam a bandeira do obrigatório "Indiscreet", além de fechar o show com aquele clima de festa magistral.

FM em Milão, circa 2018: Davis, Goldsworthy,
Davis, Overland e Jupp
Em resumo, caríssimas e caríssimos, "The Italian Job" é um álbum que serve de testamento da alta qualidade do FM. Ano após ano, os britânicos se afirmam como uma das melhores e mais respeitadas bandas de AOR em atividade. É fato que as canções têm uma inclinação mais AC Rock do que propriamente AOR (detalhe que favorece muito os vocais de Steve Overland) e que Chris Overland e Didge Digital fazem falta nas canções mais antigas, e que também Mr. Overland já não tem todo aquele alcance vocal, mas será que há alguém tão ingênuo a ponto de esperar por isso??? Não creio. O fato é que o FM mostra com "The Italian Job" que não só permanece competente no palco, mas que também ainda tem muita estrada a percorrer.  E há que comemorar o fato de o show ter sido registrado em vídeo, o que não acontecia desde 2013. Ou seja, tudo aqui é motivo de festa...

FM - The Italian Job
Released on Feb 22nd 2019, via Frontiers Records
Cat. #FR CDVD 918

Tracklist
01 Intro
02 Black Magic
03 I Belong To The Night
04 Life Is A Highway
05 Let Love Be The Leader
06 Someday (You’ll Come Running)
07 Killed By Love
08 Metropolis
09 Over You
10 Closer To Heaven
11 Does It Feel Like Love
12 Story Of My Life
13 Love Lies Dying
14 Bad Luck
15 Tough It Out
16 That Girl
17 Other Side Of Midnight

Lineup
Steve Overland: vocals, guitars
Pete Jupp: drums, percussion, vocals
Merv Goldsworthy: bass, vocals
Jem Davis: keyboards
Jim Kirkpatrick: guitars

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

VIVIAN CAMPBELL FALA SOBRE A UNICIDADE DO DEF LEPPARD

Vivian Campbell, circa 2019
Em recente entrevista a 92.1 CITI FM (de Winnipeg, no Canadá), o guitarrista Vivian Campbell falou sobre vários aspectos de ser integrante do Def Leppard.

Mas o que mais me chamou a atenção foi a pergunta sobre o porque o Def Leppard é uma banda única em relação a tantas outras com as quais ele esteve envolvido.

Campbell respondeu: "Bem, o Def Leppard é uma banda única em sua essência. Não ha nenhuma outra banda no planeta como o Def Leppard. Eu já trabalhei com muitos artistas, mas estou no Def Leppard há 27 anos como 'o cara novo'. E tudo sobre o Def Leppard, cada aspecto da banda é, essencialmente, particular ao Def Leppard."

O guitarrista continuou: "Há uma ética de trabalho muito, muito séria na banda. Essa foi a primeira coisa que percebi 27 anos atrás, quando conheci os caras. Eu já conhecia o Joe socialmente há uns anos, mas nunca havíamos tocado juntos até que me juntei à banda. E depois, conhecendo os outros caras... Em comparação com outras bandas, percebi que cada detalhe da carreira do Def Leppard é levado muito a sério. Tudo é muito claro, tudo é transparente. Não importa se é um show ou a escolha do setlist ou o processo de composição ou de gravação, tudo é feito meticulosamente e sempre almejando o mais alto nível de excelência possível. Bom nunca é bom o suficiente para o Def Leppard. Estamos sempre tentando reinventar a roda."

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

CRAZY LIXX VOLTA À ATIVA EM 2019

Crazy Lixx retoma a carreira com álbum promissor
Depois de dois anos desde seu mais recente álbum, os suecos da Crazy Lixx anunciam o lançamento de "Forever Wild" para o dia 17 de Maio, via Frontiers Records.

O primeiro single é "Wicked" e você pode ouví-lo aqui.

O álbum foi produzido pelo vocalista Danny Rexon e pelo talentoso Chris Laney.

"Neste novo álbum, uma vez mais fui o produtor, mas agora trouxe comigo mais experiência e tive uma ideia mais clara do que precisava ser feito para que tivéssemos um grande álbum. Então é justo dizer que o novo trabalho é uma progressão natural de 'Ruff Justice'. E foi a primeira vez na história dessa banda que os mesmos integrantes gravaram sob quase as mesmas condições, nos mesmo estúdios e com mais ou menos os mesmos equipamentos, além do mesmo produtor. Pela primeira vez você pode ouvir a continuidade de álbum para o outro, então eu diria que se você gostou de  'Ruff Justice', eu aposto que você gostará do novo álbum, se não gostar mais!!!", disse Rexon.

Sobre a sonoridade do trabalho, Rexon disse: "Eu acho que o álbum está mais relacionado com o lineup que estabelecemos em 2016. Eu sempre fui fã do melodic hard rock e hair metal, mas os integrantes anteriores e eu costumávamos seguir em direções opostas às vezes, e o resultado final não costumava seguir em direção ao objetivo traçado. Eu posso seguramente dizer que a sonoridade atual da Crazy Lixx está muito mais próxima daquilo que imaginei para a banda no início da década (quando 'New Religion' foi lançado) do que há 5 ou 6 anos."

O tracklist do novo álbum é o seguinte: 

01 Wicked
02 Break Out
03 Silent Thunder
04 (She's Wearing) Yesterday's Face
05 Eagle
06 Terminal Velocity
07 It's You
08 Love Don't Live Here Anymore
09 Weekend Lover
10 Never Die (Forever Wild)

A banda tem em seu lineup o vocalista Danny Rexon e o baterista Joél Cirera, acompanhados pelo baixista Jens Andersson e pelos guitarristas Chrisse Olsson e Jens Lundgren.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

OZZY OSBOURNE CANCELA SHOWS NA AUSTRÁLIA, NOVA ZELÂNDIA E JAPÃO

Poster promocional da atual tour do
grande Ozzy Osbourne
A saúde do legendário Ozzy Osbourne começa a interferir de maneira mais aguda em sua carreira. Na verdade, é espantoso que ele ainda esteja por aqui.

"Recentemente, Ozzy teve pneumonia e passou algum tempo hospitalizado. Por sorte, o pior já passou. Mas seus médicos recomendaram que ele ficasse em casa por seis semanas, sem nenhuma viagem, até que esteja totalmente recuperado", disse a esposa e empresária, Sharon Osbourne.

O mais recente cancelamento chega duas semanas depois que Ozzy foi internado com suspeita de pneumonia, o que pode ser potencialmente fatal para alguém com 70 anos.

E vale lembrar que em Outubro passado, Ozzy foi internado com uma infecção que o submeteu a uma cirurgia na mão, o que resultou em vários shows cancelados.

Ainda, em Janeiro Ozzy foi obrigado a cancelar toda a parte européia da "No More Tours 2" por ordens médicas, apenas um dia após ter cancelado as primeiras quatro datas britânicas da tour. Ozzy havia sido diagnosticado com uma severa infecção respiratória.

DAVID COVERDALE DESCARTA POSSIBILIDADE DE APOSENTADORIA

O veterano David Coverdale, circa 2018
David Coverdale refutou qualquer possibilidade de se aposentar, apesar de o próprio ter admitido que isso poderia acontecer há alguns anos.

Mais precisamente em 2016, quando Coverdale disse que pensava em se retirar do cenário após a tour promocional do "The Purple Album", lançado um ano antes.

Mas o novo álbum do Whitesnake injetou adrenalina no vocalista, que agora diz não querer parar de maneira alguma.

"Bem, eu quero seguir em frente. É paixão. Eu realmente acho que devíamos aos fãs do Whitesnake um álbum de material inédito. Esse detalhe sempre tem é bastante primário no meu processo de pensamento sobre como fazer o que fazemos. Mas sim, tenho 67 anos agora, mas me diverti muito na estrada", disse Coverdale em entrevista ao programa "Trunk Nation".

O vocalista também falou os comentários feitos por seus colegas de banda: "Os caras estavam me dizendo - e eles não precisam - coisas elogiosas sobre minhas performances no verão passado. Sou eu quem decide quão saudável e em forma posso ficar. Foi muito difícil ficar em forma depois de tudo pelo que eu e meu corpo passamos em 2017, mas eu amo muito me apresentar. E agora estou revigorado, energizado e muito inspirado para tudo o que tenho no palco. Mas por quanto tempo, eu não sei".

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

GUITARRISTA DO TESLA ELOGIA PHIL COLLEN

Phil Collen e Frank Hannon, circa 2016
Em recente entrevista concedida a 101 WRIF FM, Frank Hannon falou sobre o novo álbum do Tesla, que chegará no dia 08 de Março com o nome "Shock".

E um dos detalhes que mais chamam a atenção desde que a banda começou a trabalhar o novo material, ainda em 2016, é a presença de Phil Collen como produtor.

Sobre os motivos que levaram o Tesla a recrutar o guitarrista do Def Leppard para produzir seu álbum, Hannon disse: "Conhecemos Phil há muito tempo. Na verdade, que queria que ele tivesse produzido nosso álbum quando nos reunimos em 2000, porque eu já havia feito alguns shows com ele nos anos 90."

Hannon continuou: "Ele é um grande amigo e tem uma energia muito positiva. Nós aprendemos muito com ele - muitas maneiras diferentes de abordar certas coisas. Por exemplo, nós nunca havíamos pensado que poderíamos gravar um álbum na estrada, e 90% desse álbum foi gravado em quartos de hotéis e em camarins e lugares como esses. Gravamos tudo em um laptop." 

Sobre a característica que mais admira em Collen, Hannon disse: "A atenção aos detalhes que Phil colocou no processo é o que ele aprendeu com Mutt Lange. Nós costumávamos apenas começar a gravar e fazer tudo ao vivo, e Phil trouxe o processo que aprendeu com Mutt Lange. Definitivamente, é um álbum diferente para nós, não há dúvida alguma sobre isso."

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

RECOMENDAÇÃO DA SEMANA

Grécia, a terra do Minotauro, de Zeus, berço da democracia e, nos últimos anos, o país que tem revelado boas surpresas no cenário AOR/Melodic Rock. E a dupla Rain Or Shine é mais uma dessas boas novidades. O primeiro trabalho da dupla foi lançado em 2014 e recebeu elogios por onde passou. E exatamente hoje, "The Darkest Part Of Me" chega às lojas como o segundo capítulo na história da banda. Com uma proposta semelhante a de seu trabalho anterior (mas bastante enriquecida e melhorada), a Rain Or Shine retorna com mais propriedade e com um inegável crescimento.

O álbum tem sua direção musical muito bem definida, mas há ótimas variações entre cada faixa, como se percebe na arrasadora "The Darkest Part Of Me", na frenética "Top Of The World" e na cadenciada "New Love". Essas três canções são suficientes para, no mínimo, deixar o ouvinte curioso. E acredite, ainda tem muita coisa bacana no tracklist...

E falando em variações, "Where Are You Now?" é um mid-pacer envolvente, com peso e melodia em perfeito equilíbrio, enquanto "Around The Corner" tem uma introdução quase country (coisa que o Nickelback costuma fazer), mas se revela um rocker com uma eficaz inclinação radio friendly, enquanto "Shot Of Life" resgata o binômio peso/melodia e o exibe perfeitamente.

"We All Back Down" é um rocker contagiante e dinâmico, enquanto "Back On Track" surge como uma power ballad envolvente e com refrão explosivo. Na direção oposta, "Into The Storm" retoma o caminho rocker e "We Only Live Once" aponta na direção radio friendly uma vez mais, com melodia acústica suave até que as guitarras se apresentem no refrão. Uma canção bem bacana e que fecha o álbum de maneira brilhante.

Rain Or Shine, circa 2019: Andy e Steve
Em resumo, meus queridos e queridas, a Rain Or Shine merece sua absoluta atenção por apostar no menos óbvio e investir em melodias bem construídas, que mantém a identidade da banda intacta mesmo com todas as variações contidas em cada canção. A produção é ótima, sem exageros nem prejuízos. Finalmente, não há como não mencionar o talento de Steve S.R. e Andy McCormick, responsáveis por um dos álbuns mais bacanas que ouvi nos últimos anos. Pode não ser maravilhoso, mas está longe da mediocridade e mesmice de álbuns que bandas e projetos mais badalados insistem em lançar. Acredite, a Rain Or Shine merece sua atenção e seus álbuns, um lugar em sua coleção. ζωντανός !!!

RAIN OR SHINE - The Darkest Part Of Me
Released on Feb. 15th 2019, via Perris Records
Cat. #PER 5672

Tracklist
01 The Darkest Part Of Me
02 Top Of The World
03 New Love
04 Where Are You Now?
05 Around The Corner
06 Shot Of Life
07 We All Back Down
08 Back On Track
09 Into The Storm
10 We Only Live Once

Lineup
Steve S.R.: vocals, guitars, bass, keyboards
Andy R. McCormick: drums

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

DEPOIS DE MAIS DE UMA DÉCADA, MARTIE PETERS GROUP RETOMA A CARREIRA

Arte do novo álbum do MPG
O mais recente álbum dos dinamarqueses do Martie Peters Group foi lançado em 2007, e vale lembrar que "Road To Salvation" é um álbum muito, muito bacana.

E quando ninguém achava possível, a banda anuncia seu retorno com o lançamento de "Unfinished Business", novo trabalho que chegará às lojas em 15 de Março, via MelodicRock Records.

A produção do álbum ficou a cargo do veterano Neil Kernon, responsável por trabalhos de bandas como Dokken, Britny Fox, Queensrÿche e muitos outros.

O tracklist do álbum é o seguinte: 

01. When The Circus Hits The City 
02. She's Got A Secret
03. Win Or Lose
04. No Win Situation
05. The Devil's Bargain
06. Chasing Shadows
07. Don't Kill The Messenger
08. Walk Tall
09. My Dreams Die Hard
10. Rat Race

O lyric video para "When The Circus Hit The City" já pode ser ouvido e assistido aqui.

WHITESNAKE REVELA OS PRIMEIROS DETALHES DO NOVO ÁLBUM

Arte mequetrefe do novo álbum da Whitesnake
parece ter sido feita no Paint
Sete anos desde seu mais recente trabalho de material inédito, a Whitesnake retorna ao cenário com "Flesh & Blood", que chegará às lojas em 10 de Maio, via Frontiers Records.

O primeiro single, "Shut Up & Kiss Me", já pode ser ouvido aqui.

E o generoso tracklist do álbum é o seguinte"

01 Good To See You Again
02. Gonna Be Alright
03 Shut Up & Kiss Me
04 Hey You (You Make Me Rock)
05 Always & Forever
06 When I Think Of You (Color Me Blue)
07 Trouble Is Your Middle Name
08 Flesh & Blood
09 Well I Never
10 Heart Of Stone
11 Get Up
12. After All
13 Sands Of Time
14 Can’t Do Right For Doing Wrong (Bonus Track)
15 If I Can’t Have You (Bonus Track)
16 Gonna Be Alright (X-Tendo Mix – Bonus Track)
17 Sands Of Time (Radio Mix – Bonus Track)
18 Shut Up & Kiss Me (Video Mix – Bonus Track)

No mínimo, promissor...

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

JIM PETERIK RESGATA PROJETO TRAZENDO LISTA DE CONVIDADOS IMPRESSIONANTE

Jim Peterik retoma projeto World Stage
Em um distante 2001, Jim Peterik lançou "Jim Peterik And World Stage", um álbum muito elogiado pela diversidade de vocalistas e pelo conjunto de canções apresentado.

Pois bem, passados 18 anos e muitos projetos depois, eis que Peterik resolve retomar seu projeto e anuncia o lançamento do novo álbum "Winds Of Change" para o dia 26 de Abril, via Frontiers Records.

O primeiro single, "Without A Bullet Being Fired", pode ser ouvido aqui e traz os inconfundíveis vocais de Mike Reno.

E a lista de vocalistas desse novo álbum é simplesmente excepcional: Kevin Chalfant, Kelly Keagy, Lars SäfsundMatthew Nelson, Gunnar Nelson, Danny Vaughn, Kevin Cronin, Toby Hitchcock, Dennis DeYoung, Jason Scheff e o já citado Mike Reno. E não bastasse tudo isso, o álbum trará uma canção inédita com os massacrantes vocais de Jimi Jamison.

"Desde o sucesso com o primeiro álbum do World Stage em 2001, e inúmeros shows desde então, eu vinha querendo criar um legado musical com esse formato. Ouvindo vozes se unindo como uma só sempre me inspirou, me fazendo voltar aos Beatles e outros grupos vocais, Eu sempre me considerei um fã de grandes bandas e artistas tanto quanto sou um artista pessoalmente, e um projeto como o World Stage é um sonho realizado, já que posso homenagear àqueles cuja música eu amo, compondo e interpretando o material com eles. Com 'Winds Of Change' eu tive a honra de trabalhar com alguns dos melhores, adaptando meu estilo de compor e produzir para se adaptar a cada um deles Muitas das canções foram,na verdade escritas em parceria com os artistas que as interpretam", disse Peterik.

O tracklist do álbum é o seguinte:

01 Winds Of Change (com Danny Chauncey e Don Barnes do .38 Special)
02 Without A Bullet Being Fired (com Mike Reno do Loverboy)
03 Proof Of Heaven (com Dennis DeYoung)
04 Sometimes You Just Want More (com Kevin Chalfant)
05 Home Fires (com Toby Hitchcock do Pride of Lions)
06 Just For You (com Kevin Cronin do REO Speedwagon)
07 The Hand I Was Dealt (com Danny Vaughn do Tyketto)
08 Where Eagles Dare (com Lars Safsund e Robert Säll do Work Of Art)
09 I Will What I Want (com Kelly Keagy do Night Ranger)
10 You’re Always There (com Jason Scheff)
11 Avalanche (com Gunnar Nelson and Matthew Nelson)
12 Love You All Over The World (com Jimi Jamison)


O lineup da banda conta com Jim Peterik nas guitarras, teclados e vocais, acompanhado pelo guitarrista Mike Aquino, pelo baterista Ed Breckenfeld e pelo baixista Klem Hayes (do Pride Of Lions), além dos bateristas Dave Kelly e Colin Peterik e dos baixista Bill Syniar e Bob Lizik. Já Jeff Lantz aparece como o responsável pelo arranjo orquestral de "You're Always Mine".

No mínimo, um álbum prá lá de promissor...

GLENN HUGHES FALA SOBRE SEUS NOVOS PLANOS

Glenn Hughes, circa 2018
Em recente entrevista concedida ao pessoal da Guitar Interactive, o legendário Glenn Hughes afirmou que não há planos para um novo trabalho solo.

"Eu não vejo isso acontecendo muito em breve porque estou muito ocupado viajando. E não é que eu não queira, apenas não acredito que esse seja o momento", disse Hughes.

Entretanto, o baixista não descarta a possibilidade de um novo álbum da Black Country Communion, projeto que conta com as ilustres presenças de Joe Bonamassa, Derek Sherinian e Jason Bonham.

"Joe e eu somos muito, muito compatíveis musicalmente e estamos falando sobre gravarmos e lançarmos um álbum no ano que vem", revelou Hughes.

O mais recente álbum de Glenn Hughes é o bacana "Resonate", lançado em Novembro de 2016, enquanto que a Black County Communion lançou "BCCIV" em Setembro de 2017.

RECOMENDAÇÃO DA SEMANA

Não costumo resenhar álbuns gravados ao vivo, mas no de "The Italian Job" , a exceção é mais que justificável. Não apenas pel...